Arquivo da tag: concurso publico

TRF da 2ª Região (ES/RJ) 2017 – Conteúdo Programático

Padrão

trf-2017

TRF da 2ª Região (ES/RJ) para nível médio e superior

Banca: CONSULPLAN Consultoria e Planejamento em Administração Pública Ltda

Edital

Inscrições fechadas

Data da prova: Será informado a partir do dia 15 de fevereiro de 2017, no site da CONSULPLAN (www.consulplan.net). Data prevista: 5 de março de 2017

Conhecer a característica de cada banca, como ela aborda e cobra as matérias e seus critérios de correção te ajudarão a direcionar seus estudos. Você deve decifrar como elas pensam, pois conhecer a banca é tão importante quanto os estudos, veja esta postagem:  Característica da banca organizadora Consulplan

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS

LÍNGUA PORTUGUESA (PARA TODOS OS CARGOS/ÁREAS/ESPECIALIDADES)

Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

Reconhecimento de tipos e gêneros textuais. Leia o resto deste post

Anúncios

INSS – Instituto Nacional do Seguro Social 2016 – Conteúdo Programático

Padrão

inss 2016

Edital

 

Inscrições até 22 de fevereiro de 2016

 

Data provável da prova: 15/05/2016 

 

 

Tenho dois conteúdos programáticos de concursos anteriores na qual fiz várias postagens caso queira acessa-las para já ir estudando é só clicar nos links abaixo:

Conteúdo programático INSS – 2012

Conteúdo programático do Concurso INSS 2011- Preparatório 2015

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL

ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO:

1 Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal: Decreto nº 1.171/1994 e Decreto nº 6.029/2007.

REGIME JURÍDICO ÚNICO: 1 Lei 8.112/1990 e alterações, direitos e deveres do Servidor Público.

2 O servidor público como agente de desenvolvimento social.

3 Saúde e qualidade de vida no serviço público.

 

NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL:

1 Direitos e deveres fundamentais: direitos e deveres individuais e coletivos; direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade; direitos sociais; nacionalidade; cidadania; garantias constitucionais individuais; garantias dos direitos coletivos, sociais e políticos. Leia o resto deste post

Expressões Numéricas

Padrão

Introdução

Nem todas as dificuldades encontradas na resolução de problemas ou cálculos matemáticos são relativas, pelo menos diretamente, ao assunto em estudo. Em alguns casos, existe uma evidente deficiência na explicação do conteúdo, por parte do professor, em outros falta à atenção adequada para a sua compreensão por parte do aluno. O fato é que para compreender os conteúdos matemáticos, além de ser preciso dedicar o máximo possível de atenção, é também necessário o descomplicamento do seu ensino, isto é, o professor deverá apresentar o desenvolvimento dos cálculos propostos, mas sempre que for possível, mostrar aos alunos os atalhos primordiais para a agilização de suas soluções.

As expressões numéricas  são altamente necessárias para solucionarmos problemas cotidianos. Através do conhecimento das operações básicas da matemática, bem como da interpretação dos dados contidos nos problemas, podemos organizar o problema, extrair suas informações principais, convertê-lo a um modelo matemático e, por fim, efetuar os cálculos para a sua resolução.

Neste trabalho, mostrarei apenas as expressões numéricas simples, aquelas que apresentam apenas multiplicação, divisão, adição e subtração. CONTINUE LENDO

 

Conceitos de tecnologia de informação: sistemas de informações

Padrão

Conceitos de tecnologia de informação: sistemas de informações 

sistema

Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange pessoas, máquinas e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente.

Todo Sistema de informação que manipula dados e gera informação, usando ou não recursos de tecnologia em computadores, pode ser genericamente considerado como um sistema de informação. Por exemplo, o sistema de informação organizacional pode ser conceituado como a organização e seus vários subsistemas internos, contemplando ainda o meio ambiente externo.

Para Laudon e Laudon  um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. Leia o resto deste post

Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados à Intranet.

Padrão

nova-central

Conceitos relacionados à Intranet e Internet.

INTERNET

Conceito

Uma boa definição seria: é uma rede mundial de computadores. Dissequemos o conceito:

a) Rede de computadores é quando se tem 02 (dois) ou mais computadores interligados, como por exemplo numa sala de treinamento de informática, com a fim de compartilhar informações;

b)Rede mundial porque as diversas redes de computadores interconectadas estão “espalhadas” pelo mundo todo. Um requisito para fazer acessar a Internet é utilizar o TCP/IP e, além disso, ter um endereço IP válido para a mesma.

Dica: Para você que não esta encontrando o conteúdo que precisa ou prefere estudar por apostilas dá uma olhada no site Apostilas Opção, lá eles tem praticamente todas as apostilas atualizadas de todos os concursos abertos.

 

Notas:

a) Recursos são, por exemplo: impressoras, discos rígidos – são os famosos HDs, ou harddisks– etc.

b) Exemplos de informações seriam: arquivos do word, do excel, de vídeo, de músicas etc

 CONTINUE LENDO

novo-banner-kalena

Raciocínio Lógico: Diagramas lógicos

Padrão

Diagramas Lógicos

Os diagramas são utilizados como uma representação gráfica de proposições relacionadas a uma questão de raciocínio lógico. Esse tema é muito cobrado em provas que tenha por matéria raciocínio lógico para concursos, em questões que envolvem o termo “todo”, “algum” e “nenhum”.

Conjunto: Um conjunto constitui-se em um número de objetos ou números com características semelhantes. Podem ser classificados assim:

Conjunto finito: possui uma quantidade determinada de elementos;

Conjunto infinito: como o próprio CONTINUE LENDO

ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: ÓRGÃOS NORMATIVOS, SUPERVISORES E OPERADORES

Padrão

nova-centralEsta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:
1º A composição do Sistema Financeiro Nacional e um resumo de todas as entidades participantes do sistema. A matéria foi retirada do site Banco Central do Brasil. Futuramente vou fazer postagens mais detalhadas de cada entidade.

Não esqueça que agora a Central de Favoritos esta bem melhor e em novo endereço: centraldefavoritos.com.br, com atualizações todos os dias, AGORA FICOU MAIS FÁCIL DE PASSAR EM UM CONCURSO. CLIQUE E VEJA a NOVA CENTRAL DE FAVORITOS.

2º Uma apostila baixada da internet produzida pela A Casa do Concurseiro desenvolvida por Edgar Abreu

3º Vídeo aula de Conhecimentos Bancários com o professor Jucilândio Sousa sob o tema Estrutura do Sistema Financeiro Nacional. O professor Jucilândio é autor do livro “Conhecimentos Bancários e Políticas Econômicas – Manual para provas e concursos” (www.clubedeautores.com.br);

4º 6 Vídeos com uma palestra produzidos pelo Banco Central sobre o SFN.

5º Links com testes para você poder praticar. Caso você não consiga responder algum dos teste por que não consta desta matér...CONTINUE LENDO…

novo-banner-kalena

Crime de Lavagem de dinheiro: Conceitos e Etapas

Padrão

ACESSO RÁPIDO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS COM LINKS:

CAIXA 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

BANCO DO BRASIL 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

MINISTÉRIO DA FAZENDA 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

POLÍCIA FEDERAL 2013 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

Não esqueça de baixar meu livro de ficção A FORTALEZA DO CENTRO e fazer um comentário : BAIXAR GRÁTIS

Continuando as postagens para atender o concurso do Banco do Brasil 2013 e 2014

Farei duas postagens sobre este assunto. Nesta postagem falaremos sobre a lavagem de dinheiro com seu conceito e etapas. Na próxima postagens falaremos sobre a Lei nº9613/98 e suas alterações através da Lei n.° 12.683/2012. E as circulares do Bacen 3.461/2009 e 3542/12.

Crime de Lavagem de dinheiro: Conceito e etapas

 CONCEITO

Tradicionalmente, define-se a lavagem de dinheiro como um conjunto de operações por meio das quais os bens, direitos e valores obtidos com a prática de crimes são integrados ao sistema econômico financeiro, com a aparência de terem sido obtidos de maneira lícita. É uma forma de mascaramento da obtenção ilícita de capitais.

Segundo o GAFI (Grupo de Ação Financeira Internacional), lavagem de dinheiro é o processo que tem por objetivo disfarçar a origem criminosa dos proveitos do crime. Como bem aponta Carla Veríssimo de Carli, a importância da lavagem é capital, porque permite ao delinquente usufruir desses lucros sem pôr em perigo a sua fonte (o delito antecedente), além de protegê-lo contra o bloqueio e o confisco.

Ademais, é certo que o dinheiro em espécie é difícil de ser guardado e manuseado, pois apresenta grande risco de furto e roubo, além de chamar a atenção em negócios de alto valor, de forma que o criminoso, por tais motivos, tenta desvincular o proveito obtido com o crime de sua origem criminosa e dar-lhe aparência de ganho lícito, ou seja, “lavando” o dinheiro.

Conforme prelecionam Marcia Monassi Mougenot Bonfim e Edilson Mougenot Bonfim:

Independentemente da definição adotada, a doutrina aponta as seguintes características comuns no processo de lavagem de dinheiro:

1) a lavagem é um processo em que  somente a partida é perfeitamente identificável, não o ponto final;

2) a finalidade desse processo não é somente ocultar ou dissimular a origem delitiva dos bens, direitos e valores, mas igualmente conseguir que eles, já lavados, possam ser utilizados na economia legal.”

Importante destacar, finalmente, as características da lavagem de dinheiro na atualidade, apontadas por Blanco Cordero, quais sejam:

1) A complexidade, como decorrência dos altos lucros da criminalidade organizada e da implantação de medidas de controle, os quais levam à superação das formas mais rudimentares de lavagem por outras mais sofisticadas;

2) A profissionalização da atividade de lavagem, seja pela separação entre as atividades criminosas em sentido estrito e aquelas de lavagem dentro da organização criminosa, seja pela oferta de profissionais especializados em lavagem de dinheiro, que prestam serviço a mais de uma organização;

3) O caráter internacional, de modo a aproveitar-se das notórias dificuldades da cooperação judiciária internacional e dirigir a lavagem a países com sistemas menos rígidos de controle.

 

 

Etapas da lavagem de dinheiro

O dinheiro obtido de maneira ilícita – “dinheiro sujo” – passa por um processo composto por diversas etapas tencionadas a disfarçar sua origem ilícita sem comprometer os envolvidos, de forma que seja considerado “limpo”.

Dos vários modelos de fases existentes, o de aceitação mais ampla e adotado pela maioria da doutrina especializada é o elaborado pelo GAFI, composto por três etapas: colocação, ocultação e integração.

1. Colocação ou Placement

Esta fase consiste na introdução do dinheiro ilícito no sistema financeiro, dificultando a identificação da procedência dos valores. É a fase mais arriscada para o “lavador” em razão da sua proximidade com a origem ilícita. Walter Fanganiello Maiorovitch diz que é o momento “de apagar a mancha caracterizadora da origem ilícita”.

Normalmente esses valores são introduzidos no sistema financeiro em pequenas quantias, que, individualmente, acabam não gerando maiores suspeitas. A essa técnica é dado o nome de smurfing. Daí por que existe uma preocupação muito grande com os registros das instituições financeiras. O Federal Reserve – FED, Banco Central americano, se preocupa, há algum tempo, em identificar o cliente de forma tal que ele não perceba que está sendo investigado.

Outra técnica de lavagem utilizada nesta fase é a utilização de estabelecimentos comerciais que trabalham com dinheiro em espécie, a princípio insuspeitos, como cinemas, restaurantes, hotéis, casas de bingo, entre outros.

Ainda podem ser referidas as práticas de “cabodólar” e a utilização de “laranjas” ou testas-de-ferro” nesta fase da lavagem de dinheiro. O “cabodólar” consiste em uma rede de transferência de valores à margem do sistema financeiro oficial, isto é, doleiros e casas de câmbio, que atuam como intermediários, realizam a transferência de valores de um país para outro sem tributação, declaração ou autorização legal, o que, como destaca o juiz federal José Paulo Baltazar Júnior,  presta-se também para a evasão de divisas e para a sonegação fiscal. Já os “laranjas” são pessoas, reais ou fictas, cujos  nomes são utilizados, com seu conhecimento ou não, para titularizarem dinheiro ou bens do lavador.

Nota-se, assim, que a lavagem de dinheiro tanto pode se dar mediante a utilização do sistema financeiro, quanto mediante a utilização de outros meios, como mercado imobiliário, estabelecimentos comerciais, jogos legais e ilegais e etc. Daí, destaca-se a classificação doutrinária de lavagem financeira e lavagem não financeira.

No Brasil, o “vídeobingo” era a técnica predileta do narcotráfico. Em depoimento mencionado por Juarez Cirino dos Santos, Lillo Lauricela, preso pela Divisão Antimáfia da Itália, afirmou que a abertura de bingos eletrônicos no Brasil, despertou o interesse de empresários europeus e da máfia italiana para a venda de máquinas e para a lavagem do dinheiro advindo da comercialização da cocaína.

Rogério Pacheco Jordão, ao comentar a gama de opções de que o “lavador” pode se utilizar para a colocação do capital ilícito, destaca:

“Dificilmente alguém poderá andar em linha reta por mais de dois quilômetros dentro de importantes cidades brasileiras como São Paulo ou Rio de Janeiro sem se deparar, no caminho, com estabelecimentos que estejam, direta ou indiretamente, na rede de lavagem. São hotéis, bares, restaurantes, bingos, casas de câmbio, videolocadoras. Mas também imobiliárias, construtoras, bancos. “

Fausto Martin de Sanctis conclui que é nessa oportunidade, no momento da colocação, que se exige maior intervenção do Estado, porque o limite temporal entre a prática do crime original e o início da lavagem é muito estreito.

2 Ocultação, Dissimulação, Transformação ou Layering

Nessa fase ocorre a camuflagem das evidências, com a utilização de uma série de negócios ou movimentações financeiras, a fim de que seja dificultado o rastreamento contábil dos lucros ilícitos. É a fase da lavagem propriamente dita, pois se dissimula a origem dos valores para que sua procedência não seja identificada.

Cria-se um emaranhado de complexas transações financeiras, em sua maioria internacionais, sendo que é nesta fase que os países e as jurisdições que não cooperam com as investigações referentes à lavagem de dinheiro têm papel fundamental. É a fase mais complexa do processo e a que envolve maiores riscos de vulnerabilidade aos sistemas financeiros nacionais.

As transações realizadas anteriormente são multiplicadas, muitas vezes com várias transferências por cabo (wiretransfer) através de muitas empresas e contas, de modo a que se perca a trilha do dinheiro (paper trail). Há o saque do dinheiro em espécie e o depósito do mesmo em uma nova instituição ou mesmo destruição dos registros de uma determinada operação em conluio com a instituição financeira. Aliás, Fausto Martin de Sanctis destaca que a realidade de hoje é ainda mais complexa tendo em vista que a criminalidade já está adquirindo bancos internacionais, porque todos os registros dessas instituições são manipulados, viabilizando ainda mais o que já era facilitado pelos paraísos fiscais.

Segundo Marcia Monassi Mougenot Bonfim e Edilson Mougenot Bonfim, um dos métodos de ocultação mais avançados é a venda fictícia de ações na bolsa de valores (o vendedor e o comprador, previamente ajustados, fixam um preço artificial para as ações de compra). É comum nesta fase também a transformação das quantias em bens imóveis ou móveis; quanto a estes, costuma-se adquirir bens que possam ser postos em circulação rápida em diferentes países como ouro, joias e pedras preciosas (commodities).

3 Integração ou Integration

É a fase final do processo, muitas vezes interligada ou até mesmo sobreposta à etapa anterior. Nessa fase, já com a aparência lícita, o capital é formalmente incorporado ao sistema econômico, geralmente por meio de investimentos no mercado mobiliário e imobiliário, e é assimilado com todos os outros ativos existentes no sistema. A integração do “dinheiro limpo” através das outras etapas faz com que este dinheiro pareça ter sido ganho de maneira lícita.

Entre as práticas realizadas nesta fase, estão o empréstimo de regresso, a falsa especulação imobiliária, a falsa especulação com obras de arte ou pedras preciosas e a especulação financeira cruzada, por exemplo.

O empréstimo de regresso nada mais é que a simulação de empréstimos com dinheiro já pertencente ao lavador de empresas, localizadas no território nacional, para empresas de fachada, localizadas em paraísos fiscais, com os mesmos proprietários daquelas. A falsa especulação, tanto de imóveis quanto de obras de arte ou pedras preciosas, se dá através da simulação de valores superiores aos reais. E, por fim, a especulação financeira cruzada é a simulação de lucros e prejuízos em operações casadas e de sinal contrário em bolsas de valores ou mercado de futuros, com os mesmos titulares ou com a utilização de laranjas. Esses compram e vendem os mesmos títulos, no mesmo dia, gerando prejuízos para um, que pode diminuir o imposto de renda devido, e lucros falsos para outro, possibilitando a lavagem de dinheiro.

Alguns autores, como Carlos Márcio Rissi Macedo, inclusive, destacam que não se pode dizer que tecnicamente há “lavagem de dinheiro” nesta fase, já que o dinheiro já possui uma máscara de licitude.

Contudo, cabe esclarecer que a lavagem de dinheiro nem sempre ocorre de acordo com as fases supracitadas, bem como, não é necessária a ocorrência dessas três fases para que o delito esteja consumado, bastando a fase da colocação, conforme posicionamento firmado pelo Supremo Tribunal Federal. Entretanto, o estudo das fases da lavagem de dinheiro é importante, pois ajuda a compreender como a mesma procede.

Além disso, salienta-se que todos os dias surgem novas técnicas de lavagem de dinheiro, diferenciando-se das já expostas, a par de que são muito mais complexas, tornando-se inabarcável a listagem de todas as formas de referida prática delitiva. Aliás, nesse sentido, como lembrou o Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp, as técnicas de lavagem de dinheiro mais eficazes são aquelas ainda não conhecidas.

CONCLUSÃO:

No presente trabalho, mostrou-se o crime de lavagem de dinheiro, delito multifacetado, por meio do qual é dada aparência lícita a bens, direitos e valores obtidos ilicitamente, através de um processo com diversas fases complexas, que nem sempre ocorrem necessariamente.

Desde que surgiu, a lavagem de dinheiro vem crescendo e tomando dimensões cada vez maiores, especialmente em razão de novas técnicas criminosas criadas para burlar o controle e a punição deste crime.

Dessa forma, restou demonstrada a necessidade tanto da cooperação internacional entre as nações quanto do combate efetivo de cada país no âmbito do seu território para a contenção da lavagem de dinheiro.

Esta matéria foi retirada Âmbito Jurídico feita por Juliana Toralles dos Santos

Acadêmica de Direito na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas.

 http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=8425

 

 

 

Resumo:

Retirado do site Dicas diárias: http://www.dicasdiarias.com/lavagem-de-dinheiro-o-que-e-lei-pena-conceitos-e-etapas/

Conceito de Lavagem de Dinheiro – Basicamente o termo Lavagem de Dinheiro é quando uma pessoa física ou jurídica gera dinheiro de forma ilegal e tenta ocultar isso através de uma forma legal, assim quem está de fora não percebe e acredita que toda renda é gerada licitamente.

As etapas de evolução da Lavagem de Dinheiro são três, veja:

1 – Colocação, onde o dinheiro é inserido no negócio de fachada através de pequenos depósitos e compras de ativos
2 – Ocultação, é quando o dinheiro é transferido entre várias contas para que seja despistado
3 – Integração, o dinheiro lavado é adicionado de forma legal, como se fossem investimentos

Lavagem de Dinheiro se tornou crime no Brasil através da Lei n° 9.613, e a pena para Lavagem de Dinheiro  vai de três a dez anos reclusão e ainda pagamento de multa.

IR PARA A  SEGUNDA PARTE: Prevenção e combate ao crime de lavagem de dinheiro: Lei nº 9.613/98 e suas alterações, Circular Bacen 3.461/2009 e suas alterações e Carta-Circular Bacen 3.542/12.
Autorregulação Bancária.

COPOM – Comitê de Política Monetária

Padrão

 

 

 

dinheiro

 

ACESSO RÁPIDO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS COM LINKS:

CAIXA 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

BANCO DO BRASIL 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

MINISTÉRIO DA FAZENDA 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

POLÍCIA FEDERAL 2013 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

Não esqueça de baixar meu livro de ficção A FORTALEZA DO CENTRO e fazer um comentário : BAIXAR GRÁTIS

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Definição e  histórico. Esta matéria foi retirada direto do site do Banco Central do Brasil.

2º Link para o Banco Central do Brasil com todos os dados atuais de reuniões e taxas.

3º Video aula com o prof Jucilândio Sousa que ele fala do Copom e Taxa Selic

4º Um video produzido pelo Banco Central do Brasil explicando sobre a taxa Selic

5º Link para o site Questões de Concursos para você dar uma praticada.

Esta postagem é uma atualização do assunto, caso queira complementar o assunto CLIQUE AQUI!

Abraços e Bons estudos!

1º Definição e  histórico. Esta matéria foi retirada direto do site do Banco Central do Brasil.

Definição e histórico

O Comitê de Política Monetária (Copom) foi instituído em 20 de junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa de juros. A criação do Comitê buscou proporcionar maior transparência e ritual adequado ao processo decisório, a exemplo do que já era adotado pelo Federal Open Market Committee (FOMC) do banco central dos Estados Unidos e pelo Central Bank Council, do banco central da Alemanha. Em junho de 1998, o Banco da Inglaterra também instituiu o seu Monetary Policy Committee (MPC), assim como o Banco Central Europeu, desde a criação da moeda única em janeiro de 1999. Atualmente, uma vasta gama de autoridades monetárias em todo o mundo adota prática semelhante, facilitando o processo decisório, a transparência e a comunicação com o público em geral.

Desde 1996, o Regulamento do Copom tem sido atualizado no que se refere ao seu objetivo, à periodicidade das reuniões, à composição e às atribuições e competências de seus integrantes. Essas alterações visaram não apenas aperfeiçoar o processo decisório no âmbito do Comitê, como também refletiram as mudanças de regime monetário.Destaca-se a adoção, pelo Decreto 3.088, em 21 de junho de 1999, da sistemática de metas para a inflação como diretriz de política monetária. Desde então, as decisões do Copom passaram a ter como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pelo Conselho Monetário Nacional. Segundo o mesmo Decreto, se as metas não forem atingidas, cabe ao presidente do Banco Central divulgar, em Carta Aberta ao Ministro da Fazenda, os motivos do descumprimento, bem como as providências e prazo para o retorno da taxa de inflação aos limites estabelecidos.Formalmente, os objetivos do Copom são: “implementar a política monetária, definir a meta da Taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o Relatório de Inflação”. A taxa de juros fixada na reunião do Copom é a meta para a Taxa Selic (taxa média dos financiamentos diários, com lastro em títulos federais, apurados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia), a qual vigora por todo o período entre reuniões ordinárias do Comitê. Se for o caso, o Copom também pode definir o viés, que é a prerrogativa dada ao presidente do Banco Central para alterar, na direção do viés, a meta para a Taxa Selic a qualquer momento entre as reuniões ordinárias.

As reuniões ordinárias do Copom dividem-se em dois dias: a primeira sessão às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. Mensais desde 2000, o número de reuniões ordinárias foi reduzido para oito ao ano a partir de 2006, sendo o calendário anual divulgado até o fim de junho do ano anterior. O Copom é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil: o presidente, que tem o voto de qualidade; e os diretores de Administração, Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Fiscalização, Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Política Econômica, Política Monetária, Regulação do Sistema Financeiro, e Relacionamento Institucional e Cidadania. Também participam do primeiro dia da reunião os chefes dos seguintes departamentos do Banco Central: Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban), Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab), Departamento Econômico (Depec), Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep), Departamento das Reservas Internacionais (Depin), Departamento de Assuntos Internacionais (Derin), e Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais (Gerin). A primeira sessão dos trabalhos conta ainda com a presença do chefe de gabinete do presidente, do assessor de imprensa e de outros servidores do Banco Central, quando autorizados pelo presidente.

No primeiro dia das reuniões, os chefes de departamento apresentam uma análise da conjuntura doméstica abrangendo inflação, nível de atividade, evolução dos agregados monetários, finanças públicas, balanço de pagamentos, economia internacional, mercado de câmbio, reservas internacionais, mercado monetário, operações de mercado aberto, avaliação prospectiva das tendências da inflação e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas.

No segundo dia da reunião, do qual participam apenas os membros do Comitê e o chefe do Depep, sem direito a voto, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica, após análise das projeções atualizadas para a inflação, apresentam alternativas para a taxa de juros de curto prazo e fazem recomendações acerca da política monetária. Em seguida, os demais membros do Copom fazem suas ponderações e apresentam eventuais propostas alternativas. Ao final, procede-se à votação das propostas, buscando-se, sempre que possível, o consenso. A decisão final – a meta para a Taxa Selic e o viés, se houver – é imediatamente divulgada à imprensa ao mesmo tempo em que é expedido Comunicado através do Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen).

As atas em português das reuniões do Copom são divulgadas às 8h30 da quinta-feira da semana posterior a cada reunião, dentro do prazo regulamentar de seis dias úteis, sendo publicadas na página do Banco Central na internet (“Atas do Copom“) e para a imprensa.

Ao final de cada trimestre civil (março, junho, setembro e dezembro), o Copom publica o documento “Relatório de Inflação“, que analisa detalhadamente a conjuntura econômica e financeira do País, bem como apresenta suas projeções para a taxa de inflação.

Normativo em vigor relacionado ao assunto:

2º Link para o Banco Central do Brasil com todos os dados atuais de reuniões e taxas.

http://www.bcb.gov.br/?COPOM

3º Video aula com o prof Jucilândio Sousa que ele fala do Copom e Taxa Selic

4º Um video produzido pelo Banco Central do Brasil explicando sobre a taxa Selic

5º Link para o site Questões de Concursos para você dar uma praticada.

http://www.questoesdeconcursos.com.br/pesquisar/disciplina/conhecimentos-bancarios/assunto/comite-de-politica-monetaria-copom

Concurso Ministério da Fazenda 2014 – Conteúdo Programático

Padrão

ACESSO RÁPIDO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS COM LINKS:

CAIXA 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

POLÍCIA FEDERAL 2013 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COM LINKS

Não esqueça de baixar meu livro de ficção A FORTALEZA DO CENTRO e fazer um comentário : BAIXAR GRÁTIS

Concurso Ministério da Fazenda 2014 – Conteúdo Programático

Edital e Inscrição

LÍNGUA PORTUGUESA:

1. Compreensão e interpretação de textos.

2. Ortografia oficial.

3. Acentuação gráfica.

4. Emprego das classes de palavras.

5. Emprego do sinal indicativo de crase. Leia o resto deste post