Arquivo da categoria: Enem Ciências Humanas

Democracia direta, indireta e representativa

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Democracia direta, indireta e representativa

Este texto foi retirado do site web artigos e foi escrito por Jorge Antônio Silva Resende Jr – estudante de Direito.

Democracia é o sistema de governo onde o poder de decisões políticas está com os povo, direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma esta mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.

As Democracias são divididas em espécies A distinção mais importante acontece entre democracia direta onde o povo expressa a sua vontade por voto direto em cada assunto particular, e a democracia indireta, onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.

O sistema democrático tem por fundamento o governo da maioria associados aos direitos individuais e das minorias. Todas as democracias, embora respeitem a vontade da maioria, protegem os direitos fundamentais dos indivíduos e das minorias.

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Em um Estado que adote o sistema democrático, as eleições por exemplo, são livres e justas, abertas a todos os cidadãos. As eleições numa democracia não podem ser fachadas atrás das quais se escondem ditadores ou um partido único, mas verdadeiras competições pelo apoio do povo.

DEMOCRACIA DIRETA

As primeiras democracias foram diretas, como a de Atenas, na qual o povo se reunia nas praças e ali tomava as decisões políticas. Neste caso, os cidadãos não delegam o seu poder de decisão, mas, de fato, o exercem.

Na Grécia antiga o “Povo” era composto pelos homens que tinham o título de “cidadão ateniense”. Desta forma mulheres e escravos não tinham direito a esse título pois tinham de ser do sexo masculino e ser filho de pais atenienses e netos de avós atenienses, não tendo direito a voto nem nenhuma influência na política.

Desta forma, tem-se que uma democracia é direta quando tem sua forma de organização na qual todos os cidadãos podem participar diretamente no processo de tomada de decisões.

DEMOCRACIA INDIRETA OU REPRESENTATIVA

A Democracia Indireta, ou Representativa, é aquela em que o povo, através de eleições periódicas, escolhe as pessoas que irão representá-lo, para em seu nome tomar as decisões políticas de seu interesse; assim, o povo é a fonte primária do poder que será exercido por representação.

Na democracia representativa, a participação popular é indireta, periódica e formal, e se organiza mediante regras que disciplinam as técnicas de escolha dos representantes do povo.

Todavia, não se trata apenas de uma questão de eleições periódicas, em que, por meio do voto, são escolhidas as autoridades governamentais.
Além de designar um procedimento técnico para a designação de pessoas para o exercício de funções governamentais e legislativas, eleição significa a expressão de preferência entre alternativas, a realização de um ato formal de decisão política.

Realmente, nas democracias de partido e sufrágio universal, as eleições tendem a ultrapassar a pura função designatória, configurando um instrumento por meio do qual o povo manifesta sua aprovação a uma política governamental e confere seu consentimento e, por conseqüência, legitimidade às autoridades governamentais, participando na formação da vontade do governo e no processo político.

Característica principal da democracia representativa, essa participação dos cidadãos, direta ou indiretamente, nas deliberações que em diversos níveis (local, regional, nacional) e nos mais diversos setores, com escola e empresa, por exemplo, que interessam à coletividade.

História cultural dos povos africanos

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capoeira

Cultura Africana

Esta matéria foi retirada do site toda matéria

A cultura africana deve ser observada sempre no plural, haja vista sua existência milenar e sua vasta diversidade. Ora, neste sentido, a arqueologia aponta a África como o território habitado há mais tempo no planeta, donde resulta uma profusão de idiomas (mais de mil línguas), religiões, regimes políticos, condições materiais de habitação e atividades econômicas.Atualmente, o continente africano ocupa um quinto da Terra, onde temos mais de 50 países e quase 1 bilhão de habitantes.

Etnocentrismo, Eurocentrismo e Culturas Africanas

É fato conhecido que a história africana foi escrita e contada peloscolonizadores europeus; sem espanto, viajantes, missionários e dirigentes coloniais foram os responsáveis pelos primeiros relatos acerca da cultura dos povos africanos. Assim, além de serem capturados para alimentarem aescravidão colonial, estes povos foram usurpados em todos os seus direitos, incluindo o de contar a própria história.

Com efeito, o “Etnocentrismo” e o “Eurocentrismo” nas ciências europeias durante o século XIX são os responsáveis pela concepção das culturas africanas enquanto manifestações primitivas ou bárbaras, típicas dos primeiros estágios da civilização.

Atualmente, com as independências dos países africanos, todo um esforço de recuperação das tradições culturais africanas, bem como a constituição de uma historiografia local tem sido implementado pelas nações recém criadas.

Aspectos Gerais das Culturas Africanas

Como já foram salientadas, as manifestações culturais africanas sofreram uma intensa destruição pelos regimes coloniais, o que leva as culturas africanas modernas ao embate com o nacionalismo árabe e ao imperialismo europeu.

Por outro lado, em se tratando de culturas tradicionais, muito se preservou e se difundiu pelo continente africano, especialmente devido aos fluxos migratórios pela África, o que permitiu a preservação e a combinação de vários aspectos culturais entre os povos do continente. Ademais, vale ressaltar também que boa parte destas culturas são baseadas em tradições orais, o que não significa ausência de escrita.

Em linhas gerais, as civilizações africanas tradicionais praticavam, em maior ou menor escala, agricultura, caça e pesca; podem ser nômades e vagarem pelo deserto ou se fixarem em território para construir grandes impérios; podem ser formadas por pequenas tribos ou grandes reinos, onde o chefe político e o sumo sacerdote podem ser a mesma pessoa.

Seja governado por clãs de linhagem ou por classes sociais específicas, estes povos irão constituir grandes patrimônios materiais e imateriais presentes até os dias de hoje. Estes bens (espirituais e materiais) geralmente estão de acordo com a história e o meio ambiente em que se originaram, ou seja, representam aspectos das florestas tropicais, desertos, montanhas, etc.

Considerados pelos europeus como povos animistas, os africanos reverenciam os espíritos das árvores, pedras, dentre outros, e aceitam a coexistência com forças desconhecidas. Por conseguinte, cada povo tem suas origens mitológicas para explicar suas origens.

Religiões Africanas

Em termos religiosos, muitas religiões estão presentes na África, com destaque para o islamismo e cristianismo, bem como as religiões tradicionais, muitas vezes vistas como prática de magia e a feitiçaria.

Estas religiões tradicionais possuem, via de regra, um panteão e estão voltadas ao culto dos antepassados e das divindades da natureza. A forma mais conhecida destas religiões envolve o culto aos Orixás (divindades de origem Ioruba ou Nagô) e englobam uma ampla variedade de crenças e ritos.

Por outro lado, a vida material e espiritual nas religiões africanas, tendem a indistinção entre o sagrado e o profano, na medida em que estas dimensões são concebidas como indissociáveis e inseparáveis.

Arte Africana

cultura-africanaDe início, devemos considerar que grande parte da produção artística tradicional africana era feita para não ser vista e o material utilizado em sua confecção possuía um valor simbólico muito grande. Estas peças podem ser esculpidas, fundidas, pintadas, trançadas e tecidas e podem ser utilizadas como adornos corporais, trajes e itens de uso sagrado ou cotidiano.

Geralmente, os produtos artísticos africanos representam os antepassadosfundadores e apresentam figuras geométricas, antropomórfica, zoomórficas ou antropo-zoomórficas que ensinam a humanidade a produzir e se reproduzir.

Por sua vez, as famosas máscaras africanas possuem desenhos elaborados e são utilizadas em cerimônias e rituais. O renomado artista Pablo Picasso (1881-1973) se inspirou grandemente nestas marcas, bem como na iconografia africana, para criar um estilo artístico conhecido como cubismo.

A metalurgia também era conhecida e utilizada para fabricar armas, ferramentas e adornos, sendo mais comum nas regiões de savana. Outro tipo muito típico de produção artística africana são as esculturas em marfim (povos Ioruba e Bakongo).

Também são muito conhecidas as danças e músicas tradicionais africanas, marcadas pelos batuques e movimentos corporais bem acentuados, como o rebolado.

Por fim, destaca-se a culinária africana, temperada com muitos condimentos de aromas fortes e picantes, com os quais se preparam pratos muito exóticos que incluem desde carnes, legumes e verduras, até insetos. É típico da África o leite de coco, óleo de palmeira e o azeite de dendê.

Principais Povos e Culturas Da África

A principal civilização africana foi sem dúvida a egípcia, que construiu o primeiro império africano a mais de 5 mil anos. Por conseguinte, as cerâmicas de Nok (Nigéria) apontam para uma civilização muito desenvolvida que viveu do século V a.C. ao século II d.C.

Mais adiante, no século XIII, surge o poderoso Reino do Kongo. Outros povos, como os Berberes (nômades do deserto do Saara) e os Bantos (região da Nigéria, Mali, Mauritânia e Camarões) também constituíram grandes grupos populacionais na África.

Por fim, os africanos começaram a ser colonizados pelos europeus a partir do século XV e, ao atingir o século XIX, já estavam totalmente sob domínio das metrópoles europeias até a segunda metade do século XX.

Para saber mais: Egito Antigo, Civilização Egípcia e Arte Egípcia.

Culturas Africanas no Brasil

As culturas africanas tiveram grande influência na formação cultural brasileira e a diversidade dos escravos no Brasil reflete diretamente a variedade de povos existentes na África. Não obstante, a maior parte destas populações era de origem Bantos, Nagôs e Jejes, Hauçás e Malês.

Muitos são os aspectos culturais que sofreram influência africana no país, entretanto, podemos destacar o candomblé, religião afro-brasileira baseada no culto aos orixás, da qual surge a umbanda; a capoeira, uma dança-luta praticada pelos antigos escravos; a culinária, com vários temperos e pratos típicos, como o vatapá, o caruru e o acarajé.

Na área musical, os ritmos africanos estão em quase todos os estilos brasileiros: maxixe, samba, choro, bossa-nova; e na dança, o samba é a expressão maior da cultura afro descendente.

Estilos musicais como o samba, blues, jazz, reggae, rap, surgiram graças a dispersão dos escravos africanos pelo Atlântico.

 

Estado e direitos do cidadão a partir da Idade Moderna

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Mais uma matéria que foi difícil achar conteúdo na internet. este material retirei do blog enem-ma, mas esta bem resumido. Você que esta estudando este tópico caso tenha achado na internet ou mesmo em apostilas ou livros faça um comentário para podermos enriquecê-la.

Abraços

Os primeiros sinais de desmoronamento do sistema que caracterizou o medieval foram a privatização do poder. Hannah Arendt, citada por Quintão, diz que:

“A queda da autoridade política foi precedida pela perda da tradição e pelo enfraquecimento dos credos religiosos institucionalizados; foi o declínio da autoridade religiosa e tradicional que talvez tenha solapado a autoridade política, e certamente provocado a sua ruína”

Com o fim do feudalismo e a ocorrência da formação dos Estados nacionais, a sociedade, ainda formada e organizada em clero, nobreza e povo, volta a ter uma centralização do poder nas mãos do rei, cuja autoridade abrangia todo o território e era reconhecida como legal pelo povo. Língua, cultura e ideais comuns auxiliaram a formação desses Estados Nacionais.

Já no final da Idade Moderna, observa-se um sério questionamento das distorções e privilégios que a nobreza e clero insistiam em manter sobre o povo. É aí que começam a despontar figuras que marcariam a História da cidadania, como Rousseau, Montesquieu, Diderot, Voltaire e outros. Esses pensadores passam a defender um governo democrático, com ampla participação popular e fim de privilégios de classe e ideais de liberdade e igualdade como direitos fundamentais do homem e tripartição de poder. Essas idéias dão o suporte definitivo para a estruturação do Estado Moderno. Lembrando que alguns desses ideais já teriam sido objeto de discussão quando do início do constitucionalismo inglês em 1215, quando o rei João Sem Terra foi forçado a assinar a Magna Carta.

As modernas nações, governos e instituições nacionais surgiram a partir de monarquias nacionais formadas pela centralização ocorrida no desenrolar da Idade Moderna. Segundo Wilba Bernardes “desde o momento em que o Estado moderno começa a se organizar, surge a preocupação de definir quais são os membros deste Estado, e, dessa forma, a idéia atual de nacionalidade e de cidadania só será realmente fixada a partir da Idade Contemporânea”[13].

Citado por Quintão, J. M. Barbalet diz que:

“Desde o advento do Estado liberal de direito, a base da cidadania refere-se à capacidade para participar no exercício do poder político mediante o processo eleitoral. Assim, a cidadania ativa liberal derivou da participação dos cidadãos no moderno Estado-nação, implicando a sua condição de membro de uma comunidade política legitimada no sufrágio universal, e, portanto, também a condição de membro de uma comunidade civil atrelada à letra da lei”.

A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América

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A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América

Esta matéria foi retirada do site Vestibular e Estudos
ao final dela coloquei duas vídeos aulas.
            A escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Podemos citar como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde os começos da História.
            escravidãoNo Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos. O transporte era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.

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Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos XIX e XX

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Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos XIX e XX

O intenso processo de imigração no Brasil, principalmente entre a segunda metade do século XIX e a primeira do século XX, deixou fortes marcas de mestiçagem e hibridismo cultural, constituindo um importante fator na demografia, cultura, economia e educação deste país.

O povoamento pré-colonial

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Quando os primeiros portugueses aportaram no Brasil, em 22 de abril de 1500, encontraram no território grupos humanos que já viv….CONTINUE LENDO…

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O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus críticos nos séculos XIX e XX

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Esta matéria é um pouco complexa e tem muito pouco sobre o assunto na internet. Achei duas postagens que parece abordar melhor o assunto. Você que está estudando para o Enem e por acaso tenha outras fontes e queira complementar a matéria fique a vontade.

Os dois textos foram retirados dos sites Prazer pela História e Enem 2011

O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO LIBERAL NA SOCIEDADE CAPITALISTA E SEUS CRÍTICOS NO SÉCULO XIX
Século XIX – consolidação do capitalismo e o desenvolvimento do pensamento liberal→ Os movimento liberais anularam a possibilidade de sobrevivência do Antigo Regime.− As Revoluções Liberais de 1820• Portugal – Revolução do Porto• França – 1830 – o rei Carlos X – tenta restaurar o absolutismo – foi deposto.− Com a Revolução Industrial surgiram pensadores que buscavam novas alternativas políticas, econômicas e sociais para os trabalhadores – Socialistas – Karl Marx. Leia o resto deste post

Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construção da nação

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E você, qual o concurso você vai fazer? Deixe um comentário para mim, pois posso fazer postagens direcionadas para ele e te ajudar mais. Aproveita também para inscrever seu e-mail para receber conteúdos todos os dias.

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Bons estudos!

Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construção da nação

O Estado Imperial

A história do Estado Imperial, da sua fundação, em 7 de setembro de 1822, até a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, está associada a um enorme esforço de construção civilizatória, num quadro de grandes contradições, onde não faltaram contestações ao poder central. O Império assegurou a autonomia nacional e a unidade das províncias, ao mesmo tempo em que conservou a escravidão, sua maior mácula.

“Fico”

O dia 9 de janeiro de 1822 possui grande valor simbólico na preparação da Independência do Brasil. D. Pedro sofria pressões para retornar a Portugal, por parte dos portugueses que desejavam o retorno do Brasil a uma condição de colônia. Como reação, o presidente do Senado da Câmara da Corte, José Clemente Pereira, entregou ao príncipe as representações dos habitantes do Rio de Janeiro pedindo sua permanência no Brasil. D. Pedro, motivado pelas manifestações, autorizou o presidente a transmitir as suas palavras à multidão reunida no Largo do Paço (atual Praça XV): Como é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico. Em seguida, d. Pedro declarou: Agora só tenho a recomendar-vos união e tranquilidade. O “Dia do Fico” representou a escolha de um caminho sem retorno.

Independência

Com a decisão do príncipe de permanecer no Brasil cresceu a opinião pública em favor da autonomia. O ministro José Bonifácio, apoiado por Dona Leopoldina, arquitetou a separação definitiva de Portugal. Em 7 de setembro de 1822, d. Pedro proclamou a Independência, tornando-se o primeiro imperador do Brasil. Tratava-se então de organizar o novo Estado sob a forma de uma monarquia constitucional.

Após a Independência, o Estado Imperial se viu diante de muitos desafios. No Nordeste eclodiram levantes das tropas fiéis a Portugal, que ficaram conhecidos como “Guerras da Independência”. Envolveram as províncias do Pará, Maranhão e, principalmente da Bahia, onde as lutas se estenderam por um ano. No plano internacional, Portugal demorava a reconhecer a autonomia.

Ao Estado Imperial cabia manter a integridade do território e organizar a Nação do ponto de vista institucional e simbólico. Foi instaurada uma Assembleia Constituinte, em 1823, que d. Pedro I fechou por discordâncias quanto às atribuições dos poderes executivo e legislativo, outorgando a Constituição do Império, em 1824.

A construção simbólica da nação

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As lutas pela conquista da independência política das colônias da América

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nova-centralA postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º texto retirado do site Africanomundo

2º Duas vídeo-aulas para complementar o assunto:

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As lutas pela conquista da independência política das colônias da América

Este artigo procura tratar alguns assuntos ligados ao processo de independência política dos países da América Latina, fazendo uma separação entre as colônias ligadas à Espanha e as ligadas a Portugal, em especial, o Brasil.
“E os povos? Lutaram pela independência? Digamos que onde os chefes levantaram bandeiras de redenção social ou, mais modestamente, de melhores condições de vi…CONTINUE LENDO..
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políticas de reordenamento territorial

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A postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º  Texto retirado do site Wikilivros contendo a matéria de um modo geral:  Wikilivros

2º Para uma complementação do assunto tem uma postagem que fala sobre a Política de Ordenamento Nacional: Clique Aqui! 

 

ORDENAMENTO TERRITORIAL

A ORIGEM TERRITORIAL DO CARÁTER DESIGUAL DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO

Aspectos territoriais do processo de desenvolvimento

REFLEXÕES SOBRE AS CONSEQÜÊNCIAS, A LONGO PRAZO, DA CONCENTRAÇÃO E DA DISPERSÃO TERRITORIAL DAS ATIVIDADES PRODUTIVAS E DA POPULAÇÃO, PARA O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO NACIONAL

1. INTRODUÇÃO

É um dado imediato que o desenvolvimento não se manifesta de forma igual em todas as partes, e nem ao mesmo tempo, mas sim de maneira diferenciada no território e desigual no tempo, com intensidades territoriais e amplitudes temporais variáveis. O desenvolvimento pressupõe uma base física sobre a qual atuam grupos humanos, desempenhando atividades essenciais para sua sobrevivência e para a sobrevivência dos seus membros. De um conjunto de habilidades sociais e individuais diferenciadas e de uma base física heterogênea, sobre a qual os diversos grupos humanos atuam coletiva e individualmente, para assegurar a sua sobrevivência, decorrem formas de ação social multivariadas, que terminam por se cristalizarem ao longo do tempo, na forma de padrões de uso e ocupação do território. Leia o resto deste post

A Conquista da América

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A conquista da América pelos Europeus

Com a descoberta de um novo continente por europeus  fez nascer uma nova esperança de recursos como metais como ouro entre outros mas a conquista da America foi também um genocídio pois exterminou uma população nativa em nome do rei e de Deus.Houveram na America diferentes conquistas dos povos nativos como a feita pelos conquistadores espanhóis esta conquista esta ligada a dois nomes Hermán Cortéz e Francisco Pizarro o primeiro conquistou o México o segundo o peru a conquista dessas regiões foi brutal e violenta exterminando civilizações ali presentes a séculos como Maias, Incas e Astecas.A conquista portuguesa também foi brutal na America de inicio amistosa com a utilização da mão de obra indígena para a exploração da matéria prima existente o chamado pau Brasil um pensar para os portugueses, pois tinham interesses em metais.

No processo de colonização do Brasil e de expansão do portugueses o lado amistoso de inicio ser perdeu e foram brutalmente assassinados para a promoção da colonização portuguesa na America.A colonização inglesa na America do norte começou mais tarde, mas também foram brutal e violenta depois do processo de independência norte americana as 13 colonizas buscaram a expansão territorial esse episodio foi conhecido como a marcha para oeste onde milhões de imigrantes migraram para a o oeste dos do continente norte americana desta forma nesse marcha milhões de nativos foram sendo eliminados em guerras.

Se quiser saber mais sobre o assunto e ver três videoaulas interessantes clique aqui!

Dica: Estou atualizando o Conteúdo Programático completo do ENEM e para você que não esta encontrando todo o conteúdo do Enem ou prefere estudar por apostilas dá uma olhada nesta apostila para ENEM do site Apostilas Opção.

Links sugeridosCultura material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil.