Arquivo da categoria: Enem Biologia

Divisão celular

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No final da postagem tem duas videoaulas para complementar seus estudos

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Os cromossomos são responsáveis pela transmissão dos caracteres hereditários, ou seja, dos caracteres que são transmitidos de pais para filhos. Os tipos de cromossomos, assim como o número deles, variam de uma espécie para a outra. As células do corpo de um chimpanzé, por exemplo, possuem 48 cromossomos, as do corpo humano, 46 cromossomos, as do cão, 78 cromossomos e as do feijão 22.

Note que não há relação entre esse número e o grau…. CONTINUE LENDO

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Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico

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Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico.

Biotecnologia e bioética

As questões que se discutem no presente estudo de forma alguma pretendem ser postulados contrários aos avanços da biotecnologia. Afinal, como enunciou o Professor Jeremy Rifkin em sua obra O Século da Biotecnologia: “Quem não aprovaria os extraordinários avanços vindos dos laboratórios de biotecnologia ?(1).

Ocorre que se de um lado as novas tecnologias ligadas à manipulação do DNA (combinação de genes) prometem o alcance a um melhor modo de viver, de outro existem questões não respondidas que nos remetem a medos e inquietações, mormente porque várias delas devem ser submetidas a tratamento jurídico, para, ao menos, oferecer segurança social face às conseqüências que podem causar.

Essa questão nos remete à necessidade de monitoramento e reflexão a respeito da chegada da biotecnologia ligada à engenharia genética para que possamos minimizar os riscos das gerações futuras.

Tal monitoramento deve ser efetivado através de uma ampla discussão a respeito dos aspectos éticos ligados a utilização das descobertas biotecnologicas.

O presente trabalho procura, ao tratar dessas novas descobertas refletir sobre as questões éticas a elas pertinentes. Leia o resto deste post

Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos

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Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos

 

BASES CIENTÍFICAS DA IDENTIFICAÇÃO HUMANA POR DNA

 

Na espécie humana, o material genético é diplóide e se localiza nos núcleos das células constituindo 23 pares de cromossomos. Os gametas, elementos haplóides, apresentam 23 cromossomos. Na fertilização, com a união de um espermatozóide e um óvulo, o número diplóide da espécie é reconstituído na célula ovo. Assim, sem exceção, nos indivíduos da espécie, cada progenitor contribui com 23 cromossomos na formação de cada um dos seus descendentes. Como os cromossomos são elementos formados por ácido desoxi-ribonucleico (DNA), observa-se, na espécie humana, que o DNA é herdado quantitativa e qualitativamente, na proporção de 50%, de cada um dos progenitores.

A tipagem humana através do conhecimento da estrutura do DNA, a mais moderna metodologia aplicada mundialmente na identificação humana, tem como berço experimentos realizados há menos de 20 anos, quando, em 1985, Jeffreys e colaboradores descreveram a ocorrência no genoma humano de regiões hipervariáveis caracterizadas por apresentarem seqüências nucleotídicas repetidas “in tandem”. Estas observações levaram à constatação da ocorrência de um polimorfismo de tamanho de fragmentos de restrição (“RFLP-restriction fragment lenght polymorphims”) quando da digestão do DNA por enzima de restrição, cujo sítio de ação se localiza nos limites das repetições “in tandem”. As regiões hipervariáveis do DNA podem ser devidas à trocas de seqüências de nucleotídeos e tem como conseqüência a criação ou eliminação de sítios para enzimas de restrição. Este tipo de polimorfismo do genoma pode ainda ser decorrente da inserção ou deleção de nucleotídeos ou de segmentos de DNA em posições aleatórias da molécula. Por qualquer desses processos, são gerados fragmentos alélicos de tamanhos diferentes. As diferentes seqüências do DNA contendo unidades repetitivas “in tandem” se caracterizam como alelos codominantes que são transmitidos à prole de modo mendeliano.

O avanço dos estudos demonstrou a ocorrência de um número significativo de seqüências que se repetiam “in tandem” em diferentes cromossomos humanos. O conhecimento da sequência de nucleotídeos que compõem a unidade que se repete em um locus VNTR possibilita a detecção do mesmo, e a determinação do seu tamanho, através de uma sonda molecular específica. O conjunto de alelos de loci VNTRs é específico para cada indivíduo, com exceção de gêmeos univitelinos. O polimorfismo verificado em regiões constantes do genoma humano, denominadas de VNTR (Variable Number of Tandem Repeats), foi desde então aplicado na identificação humana individual específica. A análise do polimorfismo de tamanho das seqüências VNTRs do DNA humano pode ser procedida a partir de quantidades tão pequenas quanto 0,1 – 1 mg da macromolécula.

Nos anos que se seguiram, estudos realizados por diferentes grupos levaram à descoberta no DNA genômico de outras seqüências hipervariáveis, cujas unidades repetitivas eram significativamente menores quando comparadas às VNTR. A detecção de tais seqüências, denominadas de STR (Small Tandem Repeats), em amostras de DNA humano é dependente de amplificação pela técnica de PCR. Os fragmentos de diferentes tamanhos detectados após amplificação de diferentes loci STR produzirão um conjunto de alelos ou perfil alélico específico para cada indivíduo.

Para a análise de DNAs preparados a partir de sangue ou semem desidratados, ossos, bulbo capilar, saliva, pele, esfregaços anal, oral ou vaginal, por exemplo, são requeridas amplificações por PCR de seqüências STRs tendo em vista ainda a, muitas vezes, diminuta quantidade de DNA (ordem de nanogramas) e o alto grau de degradação das moléculas de DNA. A comparação do perfil alélico de uma amostra biológica com aquele de um suspeito determinará se ele foi ou não o “doador” daquela amostra biológica. Desta forma, a tipagem por DNA de amostras biológicas coletadas em cenas de crime, de restos mortais, etc. passou a ser utilizada mundialmente para dar suporte à investigações criminais.

No início da última década, o DNA mitocondrial, molécula de DNA extra-nuclear presente apenas nas mitocôndrias, passou a fazer parte do arsenal biotecnológico utilizado para a identificação humana. O DNA mitocondrial é uma herança exclusivamente materna. A molécula contém 16.569 pares de bases e foi completamente sequenciado por Anderson e colaboradores em 1981. Através desta mais recente metodologia, um indivíduo pode ser identificado através da comparação do seu DNA mitocondrial com aqueles de seus parentes genéticos maternos. Investigações através deste tipo de DNA consistem em sequenciar e comparar as regiões hipervariáveis HVI e HVII do DNA mitocondrial de evidências biológicas e de indivíduos referências à luz do conhecimento da sequência padrão publicada por Anderson e colaboradores.

A análise do DNA mitocondrial é a metodologia de escolha para a identificação humana a partir de ossos e dentes obtidos de restos humanos antigos, investigações criminais onde as únicas evidências são pelos sem bulbos ou quando somente DNA altamente degradado é obtido de evidências biológicas. A metodologia é ainda utilizada em estudos antropológicos e evolutivos.

O avanço do conhecimento científico sobre a estrutura da molécula de DNA resultou na geração de ferramentas tecnológicas que se tornaram imprescindíveis na área da identificação humana. As técnicas de tipagem humana através da análise de regiões hipervariáveis do DNA genômico e o sequenciamento do DNA mitocondrial permitem a identificação inequívoca de indivíduos e a exata determinação da origem de qualquer material biológico.

A partir da descoberta das regiões hipervariáveis no DNA, investigações genéticas têm possibilitado a resolução de disputas envolvendo direito de família e de nacionalidade. O emprego das inovações surgidas em conseqüência da evolução do conhecimento científico nessa área se estendeu à investigação criminal e, hoje, profissionais com profundos conhecimentos de Biologia Molecular, Genética e Estatística, expertos em identificação humana por DNA, fazem parte dos quadros técnico-científicos de serviços relacionados com a segurança pública em diversos países.

Assim, é observado mundialmente o emprego da tipagem humana por DNA como instrumento adicional importante na produção de provas relacionadas com ações de investigação de paternidade, maternidade, crimes sexuais e homicídios, por exemplo, tornando-se de relevante importância para os poderes judiciário e executivo. Nos dias atuais, o emprego desta tecnologia é amplo em processos que envolvem material biológico como evidência, visto que, devido ao seu alto poder discriminativo, é possível vincular ou não suspeitos a diversos tipos de crimes.

 

Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos

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Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma: Coloquei uma postagem com a definição de Biotecnologia feita pelo site Brasil escola e uma matéria retirada do Site Conselho de informações sobre Biotecnologia e no final tem três videoaulas interessantes.

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Bons estudos!

 Biotecnologia

 

Atualmente, os meios de comunicação têm divulgado inúmeras descobertas atribuídas ao uso de tecnologias avançadas associadas à biotecnologia. Alimentos transgênicos, modificados geneticamente, clonagem e tantas outras descobertas associadas ao tema predispõe a cada dia a necessidade de se saber pelo menos do que se trata essa tal biotecnologia.

A Biotecnologia apresenta várias definições de acordo com o olhar a ela lançado, mas de uma forma bem simples, é um conjunto multidisciplinar de conhecimentos que visa o desenvolvimento de métodos, técnicas e meios associados a seres vivos, macro e microscópicos, que originem produtos úteis e contribuam para a resolução de problemas.

Não devemos pensar, entretanto, que a biotecnologia é uma prática que exija o uso de computadores e sequenciadores de DNA, muito pelo contrário, a humanidade utiliza seres vivos para vários processos desde a Antiguidade. Podemos com isso traçar uma breve linha do tempo:

Antiguidade – Utilização de microrganismos para a preparação de alimentos e bebidas.

Século XII – A destilação do álcool.

Século XVII – Cultivo de fungos na França.

Século XVIII – Jenner cria as premissas para as vacinas através da inoculação de um vírus em uma criança.

1981 – Obtenção da primeira planta geneticamente modificada.

1997 – Nasce Dolly, a primeira ovelha clonada.

2003 – Iniciado o processo de clonagem de espécies de animais ameaçados de extinção.

Desta forma, temos que a inovação e o desenvolvimento de novos produtos é u

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Noções sobre células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante

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Noções sobre células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º O texto da célula tronco foi retirado do site Saúde

2º O texto sobre clonagem foi retirado do site só biologia

3º texto retirado do site Só Biologia

4º Vídeo aula

1º O texto da célula tronco foi retirado do site Saúde

CÉLULA-TRONCO

O que é

As células-tronco são células com a capacidade de se transformar (diferenciar) em qualquer célula especializada do corpo, ou seja, células características de uma mesma linhagem. Elas são capazes de se renovar por meio da divisão celular mesmo após longos períodos de inatividade e induzidas a formar células de tecidos e órgãos com funções especiais.

Diferente de outras células do corpo, como as células musculares, do sangue ou do cérebro, que normalmente não se reproduzem, células-tronco podem se replicar várias vezes. Isso significa que a partir de uma cultura de células-tronco é possível produzir milhares. Contudo, os pesquisadores ainda não têm conhecimento vasto do que induz a proliferação e autorrenovação dessas estruturas.

Outro enigma que desafia os cientistas é a questão da diferenciação: como células indiferenciadas simplesmente passam a ter funções especializadas, como os gametas e células sexuais? Sabe-se que, além dos sinais internos controlados por genes, o processo é ativado também por sinais externos, incluindo a secreção de substâncias químicas por outras células, o contato físico com células vizinhas e a influência de algumas moléculas.

Embora muitos laboratórios de pesquisa consigam induzir a diferenciação pela manipulação de fatores de crescimento, soro e genes, os mecanismos detalhados que regem o processo não são claros. Entretanto, encontrar a resposta para o problema pode ampliar o potencial terapêutico das células-tronco, já que células, tecidos e órgãos poderiam ser produzidos em laboratório ou recuperados no próprio corpo. Além disso, forneceria uma compreensão bem maior sobre doenças como o câncer, desencadeadas pela divisão anormal das células.

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Origem e evolução das células

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nova-centralOrigem e evolução das células

HISTÓRICO

 As células, base dos estudos de biologia – fundamentais para a prova do Enem -, foram descobertas com o auxílio de um microscópio pelo cientista inglês Robert Hooke (1635 – 1703), a partir de uma cortiça que tem a função de proteger os troncos das árvores. Ele observou pequenas cavidades que seriam a parede celular das células mortas e deu-lhes o nome de células (diminutivo latino de cella, lugar fechado, pequeno cômodo).

Na década de 1820, foi feita outra descoberta, a visualização do núcleo. Na década de 1830, um botânico e um zoólogo concluíram que a célula era a unidade básica de todas as plantas e animais. Assim surgia o conceito de que todos os seres vivos…….

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Principais tecidos animais e vegetais

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todas as células possuem membrana plasmática, citoplasma e material genético, que pode ou não estar localizado em um núcleo. Quando uma célula não possui núcleo definido, é chamada de procarionte, mas quando apresenta núcleo, é denominada de eucarionte.

As células animais e vegetais são do tipo eucarionte, sendo assim, podemos dizer que elas são compostas de membrana plasmática, citoplasma e núcleo.

Membrana plasmática: Estrutura que reveste a célula, controlando o que entra e sai dessas estruturas.

Citoplasma é a região entre a membrana e o núcleo onde estão localizadas as organelas celulares, que se diferenciam nos dois tipos celulares.

Núcleo é a região em que estão armazen…

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Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo

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nova-centralEstrutura e Fisiologia Celular: membrana, citoplasma e núcleo

Depois da parte teórica que esta bem enriquecida com imagens, tem uma videoaula.

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Bons Estudos!

As células são componentes fundamentais de todos os organismos vivos do planeta Terra. Cada célula dá estrutura e funcionamento ao ser vivo do qual a célula faz parte, ou seja, a célula é a unidade morfofisiológica dos seres vivos.

Os menores organismos são unicelulares e microscópicos, enquanto que os organismos maiores são pluricelulares. Os seres unicelulares, evidentemente, não formam tecidos, mas podem constituir colônias. Os organismos unicelulares ocorrem em grande quantidade em todos os ambientes. Grande parte da biomassa dos solos é composta de bactérias. Os seres multicelulares podem ser compreendidos como uma complexa “edificação” onde células semelhantes se agrupam formando tecidos, e estes, os órgãos. Os seres pluricelulares apresentam muitos tipos de células, que diferem em tamanho, forma e função. Assim, nos animais, temos os …CONTINUE LENDO…..

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