Arquivo da categoria: Conhecimentos Bancários

Produtos Bancários: crédito direto ao consumidor (CDC)

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Produtos Bancários: crédito direto ao consumidor (CDC)

São financiamentos concedidos pelos Bancos, ou pelas chamadas Financeiras, a pessoas físicas ou jurídicas, para aquisição de bens ou serviços. A quitação do financiamento é feita normalmente em prestações mensais, iguais e sucessivas. Além de juros, é cobrado IOF de 0,5% ao mês (limitado a um total de 6%) para pessoas físicas e 1% ao mês (até o limite de 12%) para pessoas jurídicas.

Sua contratação é simples e rápida, bastando que você escolha o bem de sua necessidade. O CDC é uma alternativa de financiamento de veículos leves e pesados, máquinas e equipamentos médicos e odontológicos, equipamentos de informática, serviços diversos, entre outros. Os prazos variam entre 1 e 48 meses, de acordo com o bem financiado.

As taxas para o CDC são muito convidativas e realmente diferenciadas no mercado. Confira!

Seja qual for o seu projeto de vida ou necessidade, o CDC é uma boa opção para concretizá-lo.

Geralmente são apresentadas as seguintes condições:

Prazos
De 1 a 48 meses, dependendo do bem financiado.

Entrada Mínima (sob consulta)
Varia em função do prazo da operação e do tipo de bem ou serviço escolhido.

Tributação
IOF: Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativos a títulos e valores imobiliários.

Importante: para os contratos de CDC, o seguro é obrigatório.

Quem já teve a experiência de comprar um eletrodoméstico pagando em muitas vezes pode até não saber, mas com certeza o fez através do Crédito Direto ao Consumidor (CDC). Este conceito de empréstimo é cedido por instituições financeiras, bancos, ou através das lojas de departamentos. As compras a prazo no cartão de crédito também podem ser consideradas Crédito Direto ao Consumidor (CDC).

A vantagem deste tipo de empréstimo é que o consumidor passa a possuir o bem no ato da compra, sem precisar ter pago seu valor total. As parcelas são acrescidas de juros cujas taxas são menores do que os do cheque especial ou dos cartões de crédito: por outro lado, são bem maiores do que o rendimento da caderneta de poupança. As taxas variam segundo a instituição financeira e podem ser consultadas no site do Banco Central.

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) também é oferecido dentro de um pacote de serviços de bancos, como opção de empréstimo pré-aprovado, imediato e sem burocracia para os correntistas com renda estável. O pagamento pode ser feito em até 60 meses e as parcelas são debitadas automaticamente da conta corrente.

É importante, antes de pedir um CDC, fazer um controle de despesas rigoroso: pode ser fácil conseguir o empréstimo, mas pagar a dívida, nem sempre. Infelizmente, a inadimplência tem crescido no Brasil, e portanto, é bom seguir algumas regras básicas na hora de contratar um Crédito Direto ao Consumido (CDC). Em geral, uma prestação que não exceda 30% da renda mensal é uma boa base para um empréstimo seguro.

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Financiamento Estudantil (FIES)

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Financiamento Estudantil (FIES)

O QUE É?

O FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) financia a graduação de estudantes matriculados em instituições não gratuitas e que não possuem condições de arcar com os custos.

Com juros de apenas 3,4% ao ano, os benefícios são muitos e você garante os seus estudos sem dor de cabeça. Basta contar com a Caixa, o agente financeiro do FIES e realizar o seu financiamento com toda a segurança do banco que pensa em você.

QUEM PODE PARTICIPAR

Você pode participar se:

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Produtos Bancários: Loteria

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Vejo na internet que este assunto é meio confuso. Digo isto porque tem apostilas que aborda o assunto como loteria, tipo megasena, quina, federal e etc.. e dizendo como funciona estas loterias. Como apostar e resgatar os prêmios por exemplo.

se você acha que o tema é este mesmo clique no link ao lado que irá para uma apostila da Casa dos concurseiros que aborda desta maneira:http: A casa dos concurseiros produtos bancários

A meu entender não consigo ver a loteria como um produto bancário, mas a casa lotérica sim, pois lá você pode fazer vários tipos de transações bancárias.

Atualmente são 9.350 Unidades Lotéricas localizadas em mais de 3.600 municípios espalhados por todos os estados brasileiros. Historicamente, cerca de 70% dos pagamentos dos programas de benefícios sociais do Governo Federal, pagos por meio de cartões
magnéticos, são efetuados nas Unidades Lotéricas. Estes pagamentos de benefícios dos programas sociais do Governo Federal, pelas
Unidades Lotéricas, como Bolsa Família, Bolsa Escola, Auxílio Gás, entre outros, além de Seguro Desemprego, INSS, PIS e FGTS.

Além de pagamentos as Unidades Lotéricas também atuam como recebedoras de bloquetos de cobrança de outros bancos, contas
diversas e créditos de celular pré-pago, ainda processa o recolhimento de tributos federais, estaduais e municipais, guias do FGTS e INSS e guias de contribuição sindical, entre outros produtos.

O Canal Lotérico recebe ainda, cerca de 52,6% do total das declarações de isentos do Imposto de Renda de todo o País, o que
representou 29,7 milhões de declarações de isentos em 2004. Além dos pagamentos e recebimentos indicados acima, as Unidades
Lotéricas oferecem também alguns serviços financeiros como movimentação de conta corrente e poupança geridas pela CAIXA, podendo depositar ou sacar dinheiro.

O mercado de Casas Lotéricas é um setor que ainda tem muito espaço para crescimento, mas o Governo Federal, por intermédio de seu agente financeiro que regula o sistema lotérico no Brasil, que é a Caixa Econômica Federal, não abriu nos últimos anos e não tem
previsão para abrir nova licitação, portanto, a forma de se ingressar neste segmento de mercado é somente via aquisição de uma Casa
Lotérica já em funcionamento e autorizada pela CEF.

Os serviços que uma Casa Lotérica pode prestar são os seguintes:

1. Registro e vendas de jogos de loterias autorizadas pelo Governo Federal, como exemplo pode ser citado: MEGA SENA, LOTO
FÁCIL, DUPLA SENA, QUINA, LOTO FÁCIL, LOTOMANIA, LOTECA, LOTOGOL, LOTERIA FEDERAL e INSTANTÂNEA;

2. Comercialização de produtos de jogos, desde que conveniados e autorizados pelo Governo Federal por intermédio da Caixa Econômica Federal, por exemplo pode citar: TELE SENA, BAÚ DA FELICIDADE, etc.;

3. Execução de atividades como correspondente bancário:

a. Pagamentos dos programas de benefícios sociais do Governo Federal, na condição de correspondente bancário da Caixa Econômica
Federal;

b. Pagamento de Seguro Desemprego, INSS, PIS e FGTS;

c. Recebimento de boletos bancários até determinado valor, tanto da Caixa Econômica Federal quanto de qualquer outro banco até a data de vencimento;

d. Recebimento de guias de INSS, FGTS e Contribuição Sindical, dentre outras;

e. Recebimento de DARF de tributos e contribuições federais, estaduais e municipais;

f. Atua como agente receptor de declarações de isentos do Imposto de Renda de Pessoas Físicas;

g. Movimentação de conta-corrente de clientes da Caixa Econômica Federal.

Neste tipo de serviço o cliente pode depositar ou sacar dinheiro diretamente nas Casas Lotéricas, não precisando dirigir-se a
uma Agência da Caixa Econômica Federal. Diante destas novas configurações que o Governo Federal concedeu por intermédio de seu agente financeiro, que é a Caixa Econômica Federal, as Casas Lotéricas receberam um nicho de mercado que poderá se expandir com muita rapidez e agilidade, pois tais empreendimentos normalmente se instalam em bairros afastados dos conglomerados financeiros (local que costumeiramente funcionam os bancos), fato que modificou os costumes dos cidadãos no que tange a busca de serviços financeiros que até então eram prestados exclusivamente pelos Bancos. Fonte: Só Dinheiro

Bom pessoal na dúvida sugiro que estudo o assunto com estas duas abordagens

Abraços

eder

Produtos bancários: Penhor

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Penhor como produto bancário é exclusivo da Caixa.

Conceito

É um direito real de garantia sobre bens móveis. Deriva de uma expressão latina “pugnus”, que significa punho, ou seja, o penhor é um direito real de garantia que depende da tradição (transferência do bem), no caso, do bem ser levado pelo próprio punho. É importante ressalvar que o credor pignoratício tem o direito de guardar a coisa, mas ele não pode ficar com a coisa para si, em virtude de vedar a legislação pátria o instituto da cláusula comissória.

Dinheiro na hora, sem burocracia.

O Penhor CAIXA é para quem precisa de dinheiro imediato e sem burocracia. Basta entregar o bem, como garantia, e pegar o dinheiro na hora, sem análise cadastral ou avalista. Depois, basta pagar o empréstimo e pegar de volta o objeto penhorado.

Encargos

Na contratação e na renovação, são exigidos:

  • Juros pré-fixados;
  • TAR – Tarifa de Avaliação e Renovação;
  • IOF – Imposto sobre Operações Financeiras.

Resgate e indenizações Leia o resto deste post

Produtos Bancários: Cartões

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CARTÕES DE DÉBITO
Em geral, são os próprios cartões magnéticos dos bancos, acrescidos de uma função extra. Em uma loja, ao passar o cartão e digitar a senha, o cliente passa seu dinheiro diretamente de sua conta para a do estabelecimento. Não há riscos.
Para o correntista só há vantagens. Em primeiro lugar, ele deixa de precisar levar dinheiro no bolso para compras à vista em supermercados, farmácias e comércio em geral. Sua segurança cresce. Há também o conforto: lojista algum pede documento ou número de telefone a quem paga com esse tipo de cartão, porque o risco de inadimplência é zero. Há ainda um atrativo a mais: ter um cartão desses não exige qualquer gasto extra.
Quatro administradoras de cartões de débito atuam no país: Visanet, Redecard, Mastercard e TecBan. Confira se seus cartões magnéticos têm alguma dessas bandeiras. Elas podem estar associadas também a cartões de crédito.

CARTÕES DE CRÉDITO
Com eles, você compra na hora e paga depois. O valor de seus gastos é acumulado durante um mês e enviado a você em seguida em um extrato, pelo correio, no fim do período. Quanto maior for o seu limite de crédito, mais você pode comprar com o cartão.
Se sua conta for toda quitada na data, não há custo financeiro a pagar. a maneira correta de se usar o cartão de crédito.
Caso uma quantia deixe de ser paga, porém, ela cai automaticamente no que os bancos chamam de crédito rotativo. ? um péssimo negócio. Os juros estão entre 11,5% e 14% ao mês e podem tornar uma dívida impagável. O melhor, se faltar dinheiro para quitar a fatura, é pegar um empréstimo bancário para pagar o cartão. Os juros sãm muito mais baratos. Ficam na casa dos 4% a 6%.
A mesma advertência vale para comprar parceladas no cartão. A taxa é altíssima, igual à do crédito rotativo. Só aceite dividir pagamentos no cartão se a loja onde está comprando garantir a você que não há juros. Nesse caso, o cartão é apenas o meio de pagamento – quem está dando o crédito é a própria loja.

CARTÃO INTELIGENTE
Trocar um cartão comum por um inteligente é dar um passo a mais em direção à era da alta tecnologia. Financeiramente, eles são como os cartões comuns de débito ou crédito, dependendo do emissor. A diferença é que eles podem guardar informações. Com eles, não é preciso pedir aprovação para a administradora do cartão na hora de fazer uma compra. O cartão já traz o seu saldo guardado em um chip. Aumentam a rapidez, já que não há problemas com linhas congestionadas, e a segurança, porque os dados do cliente não trafegam pelo telefone.ÿ
A tendência é que eles se tornem cada vez mais comuns. Cartões desse tipo estão substituindo também os velhos tíquetes de refeições. A única dificuldade é que a rede preparada para ler esses cartões ainda é limitada, As maquininhas são caras e as administradoras estão dosando os investimentos.

Fonte: Universia

Cartilha da Caixa: Produtos e Serviços Bancário

 

Microcrédito Produtivo Orientado

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Microcrédito Produtivo Orientado

PNMPO: PROGRAMA NACIONAL MICROCRÉDITO PRODUTIVO ORIENTADO

Quais são os objetivos do PNMPO?

  • Incentivar a geração de trabalho e renda entre os microempreendedores populares.
  • Disponibilizar recursos para o microcrédito produtivo orientado.
  • Oferecer apoio técnico às instituições de microcrédito produtivo orientado, com vistas ao fortalecimento institucional destas para a prestação de serviços aos empreendedores populares.

O que é o Microcrédito Produtivo Orientado?

  • O microcrédito produtivo orientado é o crédito concedido para o atendimento das necessidades financeiras de pessoas físicas e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte, utilizando metodologia baseada no relacionamento direto com os empreendedores no local onde é executada a atividade econômica, devendo ser considerado, ainda, que:
    • o atendimento ao empreendedor deve ser feito por pessoas treinadas para efetuar o levantamento socioeconômico e prestar orientação educativa sobre o planejamento do negócio, para definição das necessidades de crédito e de gestão voltadas para o desenvolvimento do empreendimento;
    • o contato com o empreendedor deve ser mantido durante o período do contrato de acento, visando ao seu melhor aproveitamento e aplicação, bem como ao crescimento e sustentabilidade da atividade econômica; e
    • o valor e as condições do crédito devem ser definidos após a avaliação da atividade e da capacidade de endividamento do tomador final dos recursos, em estreita interlocução com este. Leia o resto deste post

Crédito Rural – Agronegócio Parte 3

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Voltar Crédito Rural – Agronegócio Parte 2

Quais são os instrumentos utilizados para a formalização do crédito rural?
Há cinco formas diferentes de formalização do crédito rural. Conte com a ajuda da CAIXA para decidir qual delas melhor se encaixa no seu perfil. São elas:• Cédula Rural Pignoratícia (CRP);• Cédula Rural Hipotecária (CRH);

• Cédula Rural Pignoratícia e Hipotecária (CRPH);

• Nota de Crédito Rural (NCR);

• Cédula de Crédito Bancário (CCB).

O tomador de crédito rural pessoa física tem alguma vantagem adicional na CAIXA?
Sim, na CAIXA, o produtor rural pessoa física que contrata o crédito tem direito a vários benefícios em produtos do banco, como:• Cartão de Crédito• Cesta de Serviços;

• Crédito Aporte CAIXA;

• CONSTRUCARD CAIXA;

• PRODUCARD CAIXA; Leia o resto deste post

Crédito Rural – Agronegócio Parte 2

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Rever Crédito Rural – Agronegócio Parte 1

Como se classifica o custeio?
O custeio é classificado de três formas: agrícola, pecuário e de beneficiamento ou industrialização. Seja qual for o modelo, todos encontram as melhores condições de crédito na CAIXA.
A que pode se destinar o crédito de custeio?
O crédito de custeio é liberado para despesas normais, tais como:• Do ciclo produtivo de lavouras periódicas, da entressafra de lavouras permanentes ou da extração de produtos vegetais espontâneos ou cultivados, incluindo o beneficiamento primário da produção obtida e seu armazenamento no imóvel rural ou em cooperativa;

• De exploração pecuária;

• De beneficiamento ou industrialização de produtos agropecuários.

Como funciona o Custeio Fácil?
No Custeio Fácil, o cliente que necessita de financiamento de até R$ 300 mil poderá solicitar um orçamento simplificado para as áreas tradicionalmente produtoras. O projeto será avaliado diretamente na Agência, tornando o processo muito mais rápido e simples.
Como se classifica o crédito investimento?
O investimento é classificado de duas formas: investimento agrícola e investimento pecuário. Seja qual for o tipo de investimento necessário para seu negócio, a CAIXA tem as melhores condições de crédito para oferecer.
A que pode destinar o crédito investimento?
O crédito investimento é destinado a:a) aquisição de:
Máquinas e equipamentos novos, produzidos no Brasil;
Bovinos (leite e corte), suínos, aves (pintinhos de postura e de corte), caprinos e ovinos, para criação, recriação e engorda;
Animais de serviço.

b) cana-de-açúcar:
Fundação ou ampliação de lavouras de cana, compreendendo os trabalhos preliminares, o plantio e os tratos subsequentes até a primeira safra (cana-planta);
Renovação de lavouras de cana em áreas antes ocupadas por canaviais com ciclo produtivo esgotado, compreendendo todos os gastos necessários até a primeira safra.

c) Formação, recuperação e restauração de pastagens para bovinocultura de leite e de corte, caprinocultura e ovinocultura.

É preciso apresentar garantias para obter o financiamento rural? Como essas garantias são escolhidas?
Sim. As garantias são livremente acertadas entre o cliente e a CAIXA, e são ajustadas de acordo com a natureza e o prazo do crédito. Elas se constituem de:• Penhor agrícola, pecuário, mercantil, florestal ou cedular;

• Alienação fiduciária;

• Hipoteca comum ou cedular;

• Aval ou fiança;

• Seguro rural ou ao amparo do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro);

• Proteção de preço futuro da commodity agropecuária, inclusive por meio de penhor de direitos, contratual ou cedular;

• Outras que o Conselho Monetário Nacional admitir.

Crédito Rural – Agronegócio Parte 1

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caminhao Caixa

Esta matéria fiz em várias partes por que ficou um pouco grande, mas vale a pena conferir. Na verdade é o Faq (perguntas frequentes) da Caixa . Ao final da matéria teórica coloquei duas reportagens da Caixa que fala do lançamentos de serviços que poderão cair na prova. E finalizando coloquei alguns vídeos interessantes.

Crédito Rural – Agronegócio

Quem pode utilizar o crédito rural?
O crédito rural pode ser adquirido por produtores rurais, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas e cooperativas de produtores rurais. Também pode ser adquirido por pessoas físicas ou jurídicas que, mesmo não sendo produtores rurais, se dediquem a uma das seguintes atividades:• pesquisa ou produção de mudas ou sementes fiscalizadas ou certificadas;

• pesquisa ou produção de sêmen para inseminação artificial e embriões;

• prestação de serviços mecanizados de natureza agropecuária em imóveis rurais, inclusive para a proteção do solo;

• prestação de serviços de inseminação artificial em imóveis rurais;

• exploração de pesca e aquicultura com fins comerciais;

• medição de lavouras;

• atividades florestais.

Quais são os limites de financiamento?
O limite de crédito de custeio rural é de um milhão de reais. O valor é determinado por beneficiário em cada safra e em todo o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).Nas operações de investimento, o limite de crédito é de R$ 350 mil por beneficiário/ano safra, em todo o Sistema Nacional de O limite de crédito de custeio rural é de um milhão de reais. O valor é determinado por beneficiário em cada safra e em todo o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).

Nas operações de investimento, o limite de crédito é de R$ 350 mil por beneficiário/ano safra, em todo o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR).

Esse valor pode ser elevado para até um milhão de reais por beneficiário, por ano safra, nas safras de 2011/2012 a 2014/2015, desde que os recursos adicionais sejam direcionados exclusivamente para fundação ou ampliação de lavouras de cana e observadas, ainda, as seguintes condições específicas:

• Prazo de reembolso para custeio: até 2 anos;

• Prazo de reembolso para investimento: até 12 anos, incluídos 3 anos de carência;
• Quando se tratar de operação de investimento para renovar lavouras de cana em áreas que eram ocupadas por canaviais com ciclo produtivo esgotado, o valor do crédito de um milhão de reais fica limitado ao montante correspondente à renovação de, no máximo, 20% da área total cultivada, por beneficiário, por ano safra.
Quais são os objetivos do crédito rural?
O crédito rural busca estimular os investimentos rurais efetuados pelos produtores ou por suas cooperativas, sendo o parceiro perfeito para ajudar na transformação dos negócios. Além disso, conta com os seguintes objetivos:• Favorecer o oportuno e adequado custeio da produção e a comercialização de produtos agropecuários;

• Fortalecer o setor rural;

• Incentivar a introdução de métodos racionais no sistema de produção, visando ao aumento de produtividade, à melhoria do padrão de vida das populações rurais e à adequada utilização dos recursos naturais;

• Propiciar, pelo crédito fundiário, a aquisição e regularização de terras pelos pequenos produtores, posseiros, arrendatários e trabalhadores rurais;

• Desenvolver atividades florestais e pesqueiras;

• Estimular a geração de renda e o melhor uso da mão de obra na agricultura familiar.

Que atividades podem ser financiadas pelo crédito rural na CAIXA?
Para liberar o financiamento pelo crédito rural, a CAIXA estabelece algumas atividades específicas, dentre as quais:• Custeio das despesas normais de cada ciclo produtivo, das culturas de algodão, amendoim, arroz, café, cana-de-açúcar, feijão, girassol, laranja, milho, soja, sorgo e trigo;

• Investimento em bens ou serviços, tais como:

> Aquisição de máquinas e equipamentos novos, produzidos no Brasil;

> Aquisição de bovinos (leite e corte), suínos, aves (pintinhos de postura e de corte), caprinos e ovinos, para criação, recriação e engorda;

> Na cultura da cana-de-açúcar, para fundação, ampliação e/ou renovação.

Mercado Primário e Mercado Secundário

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dinheiro

MERCADO PRIMÁRIO E MERCADO SECUNDÁRIO

O mercado primário pode ser resumido como aquele em que as ações são negociadas pela primeira vez, estando associado ao lançamento dessas ações no mercado de capitais.

Kerr (2011, p. 94) diz que “[…] o mercado é primário quando as ações são lançadas pela primeira vez, e, o dinheiro arrecadado, líquido de custos, vai para a empresa emitente […]”, ou seja, converte-se em capital para aquela organização que as lançou.

Também nesse sentido, Pinheiro (2001, p. 97) diz que o mercado primário “[…] é onde se negocia a subscrição (venda) de novas ações ao público, ou seja, onde a empresa obtém recursos para seus empreendimentos […]”, complementando, portanto, a definição anterior. “[…] todo ativo financeiro é colocado no mercado (negociado pela primeira vez) por meio do mercado primário […]” (ASSAF NETO, 2005, p. 264).

É exatamente no contexto do mercado primário que ocorre a transferência direta de recursos para as organizações, tendo em vista que ao comprar títulos emitidos no mercado, os agentes superavitários acabam por capitalizar as organizações que emitiram tais títulos.

[…] No mercado primário, ocorre a canalização direta dos recursos monetários superavitários, disponíveis aos poupadores, para o financiamento das empresas, por meio da colocação (venda) inicial das ações emitidas. É nesse setor do mercado que as empresas buscam, mais efetivamente, os recursos próprios necessários para a consecução de seu crescimento, promovendo, a partir do lançamento de ações, a implementação de projetos de investimento e o consequente incremento da riqueza nacional. (ASSAF NETO, 2005, p. 264)

O mercado secundário, por sua vez, é consequência do mercado primário, pois é no secundário que ocorre a renegociação dos títulos emitidos e negociados no mercado primário. Conforme Kerr (2011, p. 94), “[…] o mercado é secundário quando essas ações mudam de mãos […]”.

Para melhor entender o contexto de mercado primário e secundário, imagine você a seguinte situação: um investidor comprou no mercado primário ações emitidas por uma determinada empresa, como a Petrobrás, e após isso achou que seria interessante vender essas ações para ficar com o dinheiro correspondente ao valor delas. Para vender tais ações, ele precisa colocá-las novamente no mercado e esse mercado é o secundário, pois o emissor originário não é ele, mas sim a empresa de quem as comprou. Assim, quem comprar as ações do investidor, estará comprando de um segundo, o que caracteriza a definição de secundário.

O mercado secundário, conforme Assaf Neto (2005) e Pinheiro (2001), busca assegurar liquidez aos investimentos do mercado primário, ou seja, assegurar que títulos adquiridos no mercado primário possam ser vendidos novamente, de tal forma a criar um contexto favorável ao contínuo processo de investimento que também beneficia o mercado primário.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO