Arquivo mensal: abril 2014

Editorial da Semana

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ACESSO RÁPIDO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS COM LINKS:

ENEM 2013 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONCURSO MP-SP – AUXILIAR DE PROMOTORIA I – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONCURSO POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL ( PRF ) 2014 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Hoje gostaria de compartilhar alguns números com vocês:

O site está quase atingindo a marca de 3 milhões de visualizações. Não sei se esta marca o coloca entre os grandes sites, mas superou minhas expectativas.

O site já foi acessado praticamente pelo mundo todo, Europa, Américas, Asia, Africa e Oceania. Fico feliz por chegar tão longe.

Ele tem milhares de comentários elogiando-o e pedindo algum tipo de auxilio nos estudos. Agradeço os elogios e confesso que gostaria de ajudar a todos que me pediram ajuda, mas infelizmente trabalho sozinho nele e somente no tempo livre  que atualmente é pouco.

Peço desculpa aos que não consegui ajudar, mas podem continuar solicitando que sempre tentarei fazer o possível.

Estou atualizando o Enem, pois além de ter sido pedido, notei que tem poucas matérias na internet e peço ajuda de todos com sugestões de matérias para deixar ele o mais completo possível.

Tentarei  atualizar os concursos MP-SP e PRF, mas como disse antes o tempo está bem curto, então tenham paciência. Leia o resto deste post

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Conteúdo Programático – Concurso MP-SP – Auxiliar de Promotoria I

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Edital

Página do concurso

Prova : 25/05/2014

Inscrições até: 25/04/2014

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
AUXILIAR DE PROMOTORIA I (Administrativo)
No que se refere à legislação indicada, informa-se que deve ser considerada a legislação
atualizada, desde que vigente, tendo como base até a data da publicação oficial do Edital.
Língua Portuguesa
Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários).

Sinônimos e antônimos.

Sentido próprio e figurado das palavras.

Pontuação.

Classes de palavras:
substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção: emprego e
sentido que imprimem às relações que estabelecem.

Concordância verbal e nominal.

Regência verbal e nominal.

Colocação pronominal.

Crase.
Matemática
Números inteiros: operações e propriedades. Números racionais, representação fracionária e
decimal: operações e propriedades. Razão e proporção. Porcentagem. Regra de três simples.
Equação do 1.º grau. Sistema métrico: medidas de tempo, comprimento, superfície e
capacidade. Relação entre grandezas: tabelas e gráficos. Raciocínio lógico. Resolução de
situações-problema.
Conhecimentos Gerais
História do Brasil
Da Revolução de 1930 ao Brasil contemporâneo: A Era Vargas; o Brasil na II Guerra. Regime
Militar – 1964-1985: o Golpe de 1964 e o Regime Militar; a repressão política e o “milagre
econômico”; fim do Regime Militar; Campanha Diretas Já! (1984); Eleições de Tancredo Neves
e José Sarney (1985). Presidentes posteriores.
Geografia
O Brasil no mundo: localização; extensão. A natureza brasileira: os grandes domínios
morfoclimáticos. Hidrografia e aproveitamento dos principais rios. A vegetação original. Os
recursos naturais. Os problemas ambientais. A população brasileira: crescimento e
distribuição. Estrutura da população. Mobilidade. A organização do espaço brasileiro: As
atividades industriais. O espaço agropecuário. Comércio, transportes e comunicações. O
espaço urbano. As relações do Brasil com o mundo: o Brasil no Mercosul.
Atualidades
Questões relacionadas a fatos políticos, econômicos, sociais e culturais, nacionais e
internacionais, ocorridos nos últimos 06 (seis) meses, a contar, retroativamente, da data da
publicação do Edital, divulgados na mídia local e/ou nacional.
Legislação
Lei n.º 12.527, de 18 de novembro de 2011(Lei de acesso à informação).

Operações básicas com vetores

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Operações básicas com vetores

A representação gráfica apresentada acima permite-nos executar uma série de operações com vetores (soma, subtração etc.). Podemos agora dizer, por exemplo, quando dois vetores são iguais. Eles são chamados de idênticos se tiverem o mesmo módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.

A seguir, vão as definições das operações.

 

Multiplicação por um escalar (por um número)

 

Podemos multiplicar um vetor  por um número . Dessa operação resulta um novo vetor:

 ,

com as seguintes características:

a) O módulo do novo vetor é o que resulta da multiplicação do valor absoluto de  pelo módulo de .

b) A direção do novo vetor é a mesma de .

c) O sentido de R é o mesmo de  se  for positivo e oposto ao de  se  < 0.

 

Soma de vetores

 

Sejam  e  dois vetores. A soma desses vetores é um terceiro vetor, o vetor resultante:

 .

Para determinarmos o módulo, a direção e o sentido desse vetor resultante, utilizamos a regra do paralelogramo.

Primeiramente, desenhamos o paralelogramo definido a partir dos vetores  e .

soma de vetores

a) Módulo do vetor resultante:

É dado pelo comprimento da diagonal indicada na figura. Portanto,

v2 = v12 + v22 + 2v1v2cos ,

onde  é o ângulo entre os dois vetores.

b) Direção:

Aquela da reta que contém a diagonal.

c) Sentido:

A partir do vértice formado pelos dois vetores.

Portanto o vetor resultante é obtido desenhando-se uma das figuras abaixo:

vetores resultantes

 


Subtração de vetores

 

Consideremos os vetores  e . A subtração de vetores

 ,

resulta em um terceiro vetor (chamado resultante), cujas propriedades são inferidas a partir da soma dos vetores  e ().

O vetor tem módulo e direção iguais ao do vetor  mas tem o sentido oposto. Reduzimos o problema da subtração de dois vetores ao problema da soma de  e .

subtração

Para complementação da matéria tem este link : http://www.cmf.ensino.eb.br/sistemas/pipa/files/arquivos/NA/3543_24_03_2014_Arquivo.pdf

Vídeos aulas:

Conteúdo Programático concurso POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL ( PRF ) 2014

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Página do concurso

Edital

Período de inscrições pela Internet no site: http://www.funcab.org 09/04 a 30/04/2014

Aplicação da Prova Objetiva:  25/05/2014

Conteúdo Programático

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO
LÍNGUA PORTUGUESA:

1. Compreensão e interpretação de textos.

2. Tipologia textual.

3. Ortografia oficial.

4. Acentuação gráfica.

5. Emprego das classes de palavras.

6. Emprego do sinal indicativo de crase.

7. Sintaxe da oração e do período.

8. Pontuação.

9. Concordâncias nominal e verbal.

10. Regências nominal e verbal.

11. Significação das palavras.

12. Redação de correspondências oficiais: Manual de Redação da Presidência da República.
ÉTICA E CONDUTA PÚBLICA:

1. Ética e moral.

2. Ética, princípios e valores.

3. Ética e democracia: exercício da cidadania.

4. Ética e função pública.

5. Ética no Setor Público.

5.1. Decreto nº 1.171/1994 (Código de Ética Profissional do Serviço Público) e Decreto nº 6.029/2007 (Institui Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo
Federal).

5.2. Lei nº 8.112/1990 e alterações – regime disciplinar: deveres e proibições, acumulação de cargos, responsabilidades, penalidades.

5.3. Lei nº 8.429/1992: disposições gerais, atos de improbidade administrativa.
RACIOCÍNIO LÓGICO:

1. Estruturas lógicas.

2. Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e conclusões.

3. Lógica sentencial (ou proposicional).

3.1. Proposições simples e compostas.

3.2. Tabelas verdade.

3.3. Equivalências.

3.4. Leis de De Morgan.

3.5. Diagramas lógicos.

4. Lógica de primeira ordem.

5. Princípios de contagem e probabilidade.

6. Operações com conjuntos.

7. Raciocínio lógico envolvendo problemas aritméticos, geométricos e matriciais.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL:

1. Constituição.

1.1. Conceito, classificações, princípios fundamentais.

2.Direitos e garantias fundamentais.

2.1. Direitos e deveres individuais e coletivos, direitos sociais, nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos.

3. Organização político-administrativa.

3.1. União, estados, Distrito Federal, municípios e territórios.

4. Administração pública.

4.1. Disposições gerais, servidores públicos.

5. Poder Legislativo.

5.1. Congresso nacional, câmara dos deputados, senado federal, deputados e senadores.

6. Poder Executivo.

6.1. Atribuições do Presidente da República e dos ministros de Estado.

7. Poder Judiciário.

7.1. Disposições gerais.

7.2. Órgãos do Poder Judiciário.

7.2.1. Competências.

7.3. Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

7.3.1. Composição e competências.

8. Funções essenciais à justiça.

8.1. Ministério público, advocacia e defensoria públicas.
NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO: 1. Ato administrativo: conceito, requisitos, atributos, classificação,
espécies e invalidação. 1.1. Anulação e revogação. 1.2. Prescrição. 2. Controle da administração pública: controle
administrativo, controle legislativo e controle judiciário. 3. Agentes administrativos: investidura e exercício da
função pública. 3.1. Direitos e deveres dos servidores públicos. 3.2. Processo administrativo: conceito, princípios,
fases e modalidades. 4. Poderes da administração: vinculado, discricionário, hierárquico, disciplinar e
regulamentar. 5. Princípios básicos da administração. 5.1. Responsabilidade objetiva da administração. 5.2.
Improbidade administrativa. 6. Serviços públicos: conceito, classificação, regulamentação, formas e competência
de prestação. 7. Administração direta e indireta, centralizada e descentralizada. 8. Lei nº 8.112/1990 e alterações.
9. Lei nº 8.666/1993, arts. 1º a 6º, 20 a 26, e 54 a 80, e suas alterações. 10. Lei nº 9.784/1999: processo
administrativo no âmbito da administração pública federal.
NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO: 1. A evolução da Administração Pública e a reforma do Estado. 1.1. Convergências
e diferenças entre a gestão pública e a gestão privada. 1.2. Excelência nos serviços públicos. 1.3. Excelência na
gestão dos serviços públicos. 2. Gestão de Pessoas. 2.1. Conceitos e práticas de RH relativas ao servidor público.
2.2. Planejamento estratégico de RH. 2.3. Gestão de desempenho. 2.4. Comportamento, clima e cultura
organizacional. 2.5. Gestão por competências e gestão do conhecimento. 2.6. Qualidade de vida no trabalho. 2.7.
Características das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e
critérios de departamentalização. 2.8. Liderança, motivação e satisfação no trabalho. 2.9. Recrutamento e seleção de pessoas. 2.10. Análise e descrição de cargos. 3. Educação, treinamento e desenvolvimento. 3.1. Educação
corporativa. 3.1.1. Educação à distância.
NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA: 1. Arquivística: princípios e conceitos. 2. Gestão de documentos. 2.1. Protocolo:
recebimento, registro, distribuição, tramitação e expedição de documentos. 2.2. Classificação de documentos de
arquivo. 2.3. Arquivamento e ordenação de documentos de arquivo. 2.4. Tabela de temporalidade de documentos
de arquivo. 3. Acondicionamento e armazenamento de documentos de arquivo. 4. Preservação e conservação de
documentos de arquivo.
NOÇÕES DE INFORMÁTICA:

1. Conceitos e modos de utilização de aplicativos para edição de textos, planilhas e apresentações.

2. Conceitos básicos, ferramentas, aplicativos e procedimentos de Internet.

3. Conceitos e modos de utilização de ferramentas e aplicativos de navegação de correio eletrônico, de grupos de discussão, de busca e pesquisa.

4. Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados à Internet e Intranet.

5. Conceitos de tecnologia de informação: sistemas de informações e conceitos básicos de Segurança da Informação.
LEGISLAÇÃO RELATIVA À PRF: 1. Art.144 da Constituição Federal – Perfil constitucional: funções institucionais. 2.
Art. 20 da Lei nº 9.503/1997. 3. Decreto nº 1.655/1995. 4. Decreto nº 6.061/2007.

 

Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico

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Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico.

Biotecnologia e bioética

As questões que se discutem no presente estudo de forma alguma pretendem ser postulados contrários aos avanços da biotecnologia. Afinal, como enunciou o Professor Jeremy Rifkin em sua obra O Século da Biotecnologia: “Quem não aprovaria os extraordinários avanços vindos dos laboratórios de biotecnologia ?(1).

Ocorre que se de um lado as novas tecnologias ligadas à manipulação do DNA (combinação de genes) prometem o alcance a um melhor modo de viver, de outro existem questões não respondidas que nos remetem a medos e inquietações, mormente porque várias delas devem ser submetidas a tratamento jurídico, para, ao menos, oferecer segurança social face às conseqüências que podem causar.

Essa questão nos remete à necessidade de monitoramento e reflexão a respeito da chegada da biotecnologia ligada à engenharia genética para que possamos minimizar os riscos das gerações futuras.

Tal monitoramento deve ser efetivado através de uma ampla discussão a respeito dos aspectos éticos ligados a utilização das descobertas biotecnologicas.

O presente trabalho procura, ao tratar dessas novas descobertas refletir sobre as questões éticas a elas pertinentes. Leia o resto deste post

Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos

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Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos

 

BASES CIENTÍFICAS DA IDENTIFICAÇÃO HUMANA POR DNA

 

Na espécie humana, o material genético é diplóide e se localiza nos núcleos das células constituindo 23 pares de cromossomos. Os gametas, elementos haplóides, apresentam 23 cromossomos. Na fertilização, com a união de um espermatozóide e um óvulo, o número diplóide da espécie é reconstituído na célula ovo. Assim, sem exceção, nos indivíduos da espécie, cada progenitor contribui com 23 cromossomos na formação de cada um dos seus descendentes. Como os cromossomos são elementos formados por ácido desoxi-ribonucleico (DNA), observa-se, na espécie humana, que o DNA é herdado quantitativa e qualitativamente, na proporção de 50%, de cada um dos progenitores.

A tipagem humana através do conhecimento da estrutura do DNA, a mais moderna metodologia aplicada mundialmente na identificação humana, tem como berço experimentos realizados há menos de 20 anos, quando, em 1985, Jeffreys e colaboradores descreveram a ocorrência no genoma humano de regiões hipervariáveis caracterizadas por apresentarem seqüências nucleotídicas repetidas “in tandem”. Estas observações levaram à constatação da ocorrência de um polimorfismo de tamanho de fragmentos de restrição (“RFLP-restriction fragment lenght polymorphims”) quando da digestão do DNA por enzima de restrição, cujo sítio de ação se localiza nos limites das repetições “in tandem”. As regiões hipervariáveis do DNA podem ser devidas à trocas de seqüências de nucleotídeos e tem como conseqüência a criação ou eliminação de sítios para enzimas de restrição. Este tipo de polimorfismo do genoma pode ainda ser decorrente da inserção ou deleção de nucleotídeos ou de segmentos de DNA em posições aleatórias da molécula. Por qualquer desses processos, são gerados fragmentos alélicos de tamanhos diferentes. As diferentes seqüências do DNA contendo unidades repetitivas “in tandem” se caracterizam como alelos codominantes que são transmitidos à prole de modo mendeliano.

O avanço dos estudos demonstrou a ocorrência de um número significativo de seqüências que se repetiam “in tandem” em diferentes cromossomos humanos. O conhecimento da sequência de nucleotídeos que compõem a unidade que se repete em um locus VNTR possibilita a detecção do mesmo, e a determinação do seu tamanho, através de uma sonda molecular específica. O conjunto de alelos de loci VNTRs é específico para cada indivíduo, com exceção de gêmeos univitelinos. O polimorfismo verificado em regiões constantes do genoma humano, denominadas de VNTR (Variable Number of Tandem Repeats), foi desde então aplicado na identificação humana individual específica. A análise do polimorfismo de tamanho das seqüências VNTRs do DNA humano pode ser procedida a partir de quantidades tão pequenas quanto 0,1 – 1 mg da macromolécula.

Nos anos que se seguiram, estudos realizados por diferentes grupos levaram à descoberta no DNA genômico de outras seqüências hipervariáveis, cujas unidades repetitivas eram significativamente menores quando comparadas às VNTR. A detecção de tais seqüências, denominadas de STR (Small Tandem Repeats), em amostras de DNA humano é dependente de amplificação pela técnica de PCR. Os fragmentos de diferentes tamanhos detectados após amplificação de diferentes loci STR produzirão um conjunto de alelos ou perfil alélico específico para cada indivíduo.

Para a análise de DNAs preparados a partir de sangue ou semem desidratados, ossos, bulbo capilar, saliva, pele, esfregaços anal, oral ou vaginal, por exemplo, são requeridas amplificações por PCR de seqüências STRs tendo em vista ainda a, muitas vezes, diminuta quantidade de DNA (ordem de nanogramas) e o alto grau de degradação das moléculas de DNA. A comparação do perfil alélico de uma amostra biológica com aquele de um suspeito determinará se ele foi ou não o “doador” daquela amostra biológica. Desta forma, a tipagem por DNA de amostras biológicas coletadas em cenas de crime, de restos mortais, etc. passou a ser utilizada mundialmente para dar suporte à investigações criminais.

No início da última década, o DNA mitocondrial, molécula de DNA extra-nuclear presente apenas nas mitocôndrias, passou a fazer parte do arsenal biotecnológico utilizado para a identificação humana. O DNA mitocondrial é uma herança exclusivamente materna. A molécula contém 16.569 pares de bases e foi completamente sequenciado por Anderson e colaboradores em 1981. Através desta mais recente metodologia, um indivíduo pode ser identificado através da comparação do seu DNA mitocondrial com aqueles de seus parentes genéticos maternos. Investigações através deste tipo de DNA consistem em sequenciar e comparar as regiões hipervariáveis HVI e HVII do DNA mitocondrial de evidências biológicas e de indivíduos referências à luz do conhecimento da sequência padrão publicada por Anderson e colaboradores.

A análise do DNA mitocondrial é a metodologia de escolha para a identificação humana a partir de ossos e dentes obtidos de restos humanos antigos, investigações criminais onde as únicas evidências são pelos sem bulbos ou quando somente DNA altamente degradado é obtido de evidências biológicas. A metodologia é ainda utilizada em estudos antropológicos e evolutivos.

O avanço do conhecimento científico sobre a estrutura da molécula de DNA resultou na geração de ferramentas tecnológicas que se tornaram imprescindíveis na área da identificação humana. As técnicas de tipagem humana através da análise de regiões hipervariáveis do DNA genômico e o sequenciamento do DNA mitocondrial permitem a identificação inequívoca de indivíduos e a exata determinação da origem de qualquer material biológico.

A partir da descoberta das regiões hipervariáveis no DNA, investigações genéticas têm possibilitado a resolução de disputas envolvendo direito de família e de nacionalidade. O emprego das inovações surgidas em conseqüência da evolução do conhecimento científico nessa área se estendeu à investigação criminal e, hoje, profissionais com profundos conhecimentos de Biologia Molecular, Genética e Estatística, expertos em identificação humana por DNA, fazem parte dos quadros técnico-científicos de serviços relacionados com a segurança pública em diversos países.

Assim, é observado mundialmente o emprego da tipagem humana por DNA como instrumento adicional importante na produção de provas relacionadas com ações de investigação de paternidade, maternidade, crimes sexuais e homicídios, por exemplo, tornando-se de relevante importância para os poderes judiciário e executivo. Nos dias atuais, o emprego desta tecnologia é amplo em processos que envolvem material biológico como evidência, visto que, devido ao seu alto poder discriminativo, é possível vincular ou não suspeitos a diversos tipos de crimes.

 

Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos

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nova-central

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma: Coloquei uma postagem com a definição de Biotecnologia feita pelo site Brasil escola e uma matéria retirada do Site Conselho de informações sobre Biotecnologia e no final tem três videoaulas interessantes.

E você, qual o concurso você vai fazer? Deixe um comentário para mim, pois posso fazer postagens direcionadas para ele e te ajudar mais. Aproveita também para inscrever seu e-mail para receber conteúdos todos os dias.

Dica: Para você que não esta encontrando o conteúdo que precisa ou prefere estudar por apostilas dá uma olhada no site Apostilas Opção, lá eles tem praticamente todas as apostilas atualizadas de todos os concursos abertos.

Bons estudos!

 Biotecnologia

 

Atualmente, os meios de comunicação têm divulgado inúmeras descobertas atribuídas ao uso de tecnologias avançadas associadas à biotecnologia. Alimentos transgênicos, modificados geneticamente, clonagem e tantas outras descobertas associadas ao tema predispõe a cada dia a necessidade de se saber pelo menos do que se trata essa tal biotecnologia.

A Biotecnologia apresenta várias definições de acordo com o olhar a ela lançado, mas de uma forma bem simples, é um conjunto multidisciplinar de conhecimentos que visa o desenvolvimento de métodos, técnicas e meios associados a seres vivos, macro e microscópicos, que originem produtos úteis e contribuam para a resolução de problemas.

Não devemos pensar, entretanto, que a biotecnologia é uma prática que exija o uso de computadores e sequenciadores de DNA, muito pelo contrário, a humanidade utiliza seres vivos para vários processos desde a Antiguidade. Podemos com isso traçar uma breve linha do tempo:

Antiguidade – Utilização de microrganismos para a preparação de alimentos e bebidas.

Século XII – A destilação do álcool.

Século XVII – Cultivo de fungos na França.

Século XVIII – Jenner cria as premissas para as vacinas através da inoculação de um vírus em uma criança.

1981 – Obtenção da primeira planta geneticamente modificada.

1997 – Nasce Dolly, a primeira ovelha clonada.

2003 – Iniciado o processo de clonagem de espécies de animais ameaçados de extinção.

Desta forma, temos que a inovação e o desenvolvimento de novos produtos é u

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Conceitos básicos de armazenamento de dados

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Conceitos básicos de armazenamento de dados

Dispositivo de armazenamento é um dispositivo capaz de armazenar informações (dados) para posterior consulta ou uso. Essa gravação de dados pode ser feita praticamente usando qualquer forma de energia, desde força manual humana como na escrita, passando por vibrações acústicas em gravações fonográficas até modulação de energia eletromagnética em fitas magnéticas e discos ópticos.

Um dispositivo de armazenamento pode guardar informação, processar informação ou ambos. Um dispositivo que somente guarda informação é chamado mídia de armazenamento. Dispositivos que processam informações (equipamento de armazenamento de dados) podem tanto acessar uma mídia de gravação portátil ou podem ter um componente permanente que armazena e recupera dados. Leia o resto deste post

Natureza elétrica da matéria: Modelo Atômico de Thomson, Rutherford, Rutherford-Bohr

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nova-centralA constituição da matéria é motivo de muita curiosidade entre os povos antigos. Filósofos buscam há tempos a constituição dos materiais. Resultado dessa curiosidade implicou na descoberta do fogo, o que o permitiu cozinhar os alimentos, e consequentemente implicou em grande desenvolvimento para a sociedade. A partir dessa descoberta pôde-se verificar, ainda, que o minério de cobre (conhecido na época com pedras azuis), quando submetido ao aquecimento, produzia cobre metálico, ou aquecido na presença de estanho, formava o bronze.

A passagem do homem pelas “idades” da pedra, do bronze e do ferro, foi, portanto, de muito aprendizado para o homem, conseg….

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