Arquivos

Arquivo para a categoria ‘Matemática e Raciocínio Lógico’

Teoria dos conjuntos:as relações de pertinência, inclusão e igualdade

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Teoria dos conjuntos retirado do site Vestibulando Web

2º Conjunto e seus elementos retirado do site Mundo Educação

3º Vídeo aula com do  Rico Domingues Concursos – professor André Domingues – Matemática – Teoria dos Conjuntos: relação de pertinência e inclusão.

Caso você queira acrescentar algo faça um comentário.

Espero que aproveitem bem e bons estudos!

Aproveito para pedir que baixe meu livro A Fortaleza do Centro e fazer um comentário e caso goste divulgar para seus amigos, se possível no facebook e twitter.

 

1º Teoria dos conjuntos retirado do site Vestibulando Web

1. Introdução

Como em qualquer assunto a ser estudado, a Matemática também exige uma linguagem adequada para o seu desenvolvimento.

A teoria dos Conjuntos representa instrumento de grande utilidade nos diversos desenvolvimentos da Matemática, bem como em outros ramos das ciências físicas e humanas.

Devemos aceitar, inicialmente, a existência de alguns conceitos primitivos (noções que adotamos sem definição) e que estabelecem a linguagem do estudo da teoria dos Conjuntos.

Adotaremos a existência de três conceitos primitivos: elemento, conjunto e pertinência. Assim é preciso entender que, cada um de nós é um elemento do conjunto de moradores desta cidade, ou melhor, cada um de nós é um elemento que pertence ao conjunto de habitantes da cidade, mesmo que não tenhamos definido o que éconjunto, o que é elemento e o que é pertinência.

2. Notação e Representação

A notação dos conjuntos é feita mediante a utilização de uma letra maiúscula do nosso alfabeto e a representação de um conjunto pode ser feita de diversas maneiras, como veremos a seguir.

A. Listagem dos Elementos

Apresentamos um conjunto por meio da listagem de seus elementos quando relacionamos todos os elementos que pertencem ao conjunto considerado e envolvemos essa lista por um par de chaves. Os elementos de um conjunto, quando apresentados na forma de listagem, devem ser separados por vírgula ou por ponto-e-vírgula, caso tenhamos a presença de números decimais.

Exemplos

1º) Seja A o conjunto das cores da bandeira brasileira, então:

A = {verde, amarelo, azul, branco}

2º) Seja B o conjunto das vogais do nosso alfabeto, então:

B = {a, e, i, o, u}

3º) Seja C o conjunto dos algarismos do sistema decimal de numeração, então:

C = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}
B. Uma Propriedade de seus elementos

A apresentação de um conjunto por meio da listagem de seus elementos traz o inconveniente de não ser uma notação prática para os casos em que o conjunto apresenta uma infinidade de elementos. Para estas situações, podemos fazer a apresentação do conjunto por meio de uma propriedade que sirva a todos os elementos doconjunto e somente a estes elementos.

A = {x / x possui uma determinada propriedade P}

Exemplos

1º) Seja B o conjunto das vogais do nosso alfabeto, então:
B = {x / x é vogal do nosso alfabeto}

2º) Seja C o conjunto dos algarismos do sistema decimal de numeração, então:
C = {x/x é algarismo do sistema decimal de numeração}

C. Diagrama de Euler-Ven

A apresentação de um conjunto por meio do diagrama de Euler-Venn é gráfica e, portanto, muito prática. Os elementos são representados por pontos interiores a uma linha fechada não entrelaçada. Dessa forma, os pontos exteriores à linha representam elementos que não pertencem ao conjunto considerado.

Exemplo

Conjuntos

3. Relação de Pertinência

Quando queremos indicar que um determinado elemento x faz parte de um conjunto A, dizemos que o elemento xpertence ao conjunto A e indicamos:

Conjuntos

em que o símbolo Pertence a é uma versão da letra grega epsílon e está consagrado em toda matemática como símbolo indicativo de pertinência. Para indicarmos que um elemento x não pertence ao conjunto A, indicamos:

Conjuntos

Exemplo

Consideremos o conjunto: A = {0, 2, 4, 6, 8}

O algarismo 2 pertence ao conjunto A:

Conjuntos

O algarismo 7 não pertence ao conjunto A:

Conjuntos

4. Relação de Inclusão Subconjuntos

Dizemos que o conjunto A está contido no conjunto B se todo elemento que pertencer a A, pertencer também a B. Indicamos que o conjunto A está contido em B por meio da seguinte símbologia:

Conjuntos

Obs. – Podemos encontrar em algumas publicações uma outra notação para a relação de inclusão:

Conjuntos

conjunto A não está contido em B quando existe pelo menos um elemento de A que não pertence a B. Indicamos que o conjunto A não está contido em B desta maneira:

Conjuntos

Conjuntos             Conjuntos

Se o conjunto A está contido no conjunto B, dizemos que A é um subconjunto de B. Como todo elemento do conjunto A pertence ao conjunto A, dizemos que A é subconjunto de A e, por extensão, todo conjunto ésubconjunto dele mesmo.

Importante – A relação de pertinência relaciona um elemento a um conjunto e a relação de inclusão refere-se, sempre, a dois conjuntos.

Conjuntos

Podemos notar que existe uma diferença entre 2 e {2}. O primeiro é o elemento 2, e o segundo é o conjuntoformado pelo elemento 2. Um par de sapatos e uma caixa com um par de sapatos são coisas diferentes e como tal devem ser tratadas.

Podemos notar, também, que, dentro de um conjunto, um outro conjunto pode ser tratado como um de seus elementos. Vejamos o exemplo a seguir:

{1, 2} é um conjunto, porém no conjunto

A = {1, 3, {1, 2}, 4} ele será considerado um elemento, ou seja, {1, 2} Pertence a A.

Uma cidade é um conjunto de pessoas que representam os moradores da cidade, porém uma cidade é um elemento do conjunto de cidades que formam um Estado.

5. Conjuntos Especiais

Embora conjunto nos ofereça a idéia de “reunião” de elementos, podemos considerar como conjunto agrupamentos formados por um só elemento ou agrupamentos sem elemento algum.

Chamamos de conjunto unitário aquele formado por um só elemento.

Exemplos

1º) Conjunto dos números primos, pares e positivos: {2}

2º) Conjunto dos satélites naturais da Terra: {Lua}

3º) Conjunto das raízes da equação x + 5 = 11: {6}

Chamamos de conjunto vazio aquele formado por nenhum elemento. Obtemos um conjunto vazio considerando umconjunto formado por elementos que admitem uma propriedade impossível.

Exemplos

1º) Conjunto das raízes reais da equação:

x2 + 1 = 0

2º) ConjuntoConjuntos

conjunto vazio pode ser apresentado de duas formas: vazio ou { }vazio ( é uma letra de origem norueguesa). Não podemos confundir as duas notações representando o conjunto vazio por {vazio}, pois estaríamos apresentando umconjunto unitário cujo elemento é o vazio .

O conjunto vazio está contido em qualquer conjunto e, por isso, é considerado subconjunto de qualquer conjunto, inclusive dele mesmo.

Demonstração

Vamos admitir que o conjunto vazio não esteja contido num dado conjunto A. Neste caso, existe um elemento x que pertence ao conjunto vazio e que não pertence ao conjunto A, o que é um absurdo, pois o conjunto vazio não tem elemento algum. Conclusão: o conjunto vazio está contido no conjunto A, qualquer que seja A.

6. Conjunto Universo

Quando desenvolvemos um determinado assunto dentro da matemática, precisamos admitir um conjunto ao qual pertencem os elementos que desejamos utilizar. Este conjunto é chamado de conjunto universo e é representado pela letra maiúscula U.

Uma determinada equação pode ter diversos conjuntos solução de acordo com o conjunto universo que for estabelecido.

Exemplos

1º) A equação 2x3 – 5x2 – 4x + 3 = 0 apresenta:

Conjuntos

7. Conjunto de Partes

Dado um conjunto A, dizemos que o seu conjunto de partes, representado por P (A), é o conjunto formado por todos os subconjuntos do conjunto A.

A. Determinação do Conjunto de partes

Vamos observar, com o exemplo a seguir, o procedimento que se deve adotar para a determinação do conjunto de partes de um dado conjunto A. Seja o conjunto A = {2, 3, 5}. Para obtermos o conjunto de partes do conjunto A, basta escrevermos todos os seus subconjuntos:

1º) Subconjunto vazio:vazio , pois o conjunto vazio é subconjunto de qualquer conjunto.

2º) Subconjuntos com um elemento: {2}, {3}, {5}.

3º) Subconjuntos com dois elementos: {2, 3}, {2, 5} e {3, 5}.

4º) Subconjuntos com três elementos:A = {2, 3, 5}, pois todo conjunto é subconjunto dele mesmo.

Assim, o conjunto das partes do conjunto A pode ser apresentado da seguinte forma: P(A) = {vazio, {2}, {3}, {5}, {2, 3}, {2, 5}, {3, 5}, {2, 3, 5}}

B. Número de Elmentos do conjunto de partes

Podemos determinar o número de elementos do conjunto de partes de um conjunto A dado, ou seja, o número de subconjuntos do referido conjunto, sem que haja necessidade de escrevermos todos os elementos do conjunto P(A). Para isso, basta partirmos da idéia de que cada elemento do conjunto A tem duas opções na formação dos subconjuntos: ou o elemento pertence ao subconjunto ou ele não pertence ao subconjunto e, pelo uso do princípio multiplicativo das regras de contagem, se cada elemento apresenta duas opções, teremos:

Conjuntos

Observemos o exemplo anterior: o conjunto A = {2, 3, 5} apresenta três elementos e, portanto, é de se supor, pelo uso da relação apresentada, que n [P (A)] = 23 = 8, o que de fato ocorreu.

8. Igualdade de Conjuntos

Dois conjuntos são iguais se, e somente se, eles possuírem os mesmos elementos, em qualquer ordem e independentemente do número de vezes que cada elemento se apresenta. Vejamos os exemplos:

{1, 3, 7} = {1, 1, 1, 3, 7, 7, 7, 7} = {7, 3, 1}

Observação

Se o conjunto A está contido em B (contido B) e B está contido em A (contido A), podemos afirmar que A = B.

2º Conjunto e seus elementos retirado do site Mundo Educação 

Podemos fazer algumas relações entre conjunto com conjunto, entre conjunto e elemento de um conjunto. Essas relações possuem características específicas e representações próprias. Vamos caracterizar cada uma delas.

• Igualdade de conjuntos

Podemos dizer que dois ou mais conjuntos são iguais se os elementos de um forem idênticos aos dos demais, matematicamente representamos uma igualdade pelo sinal =.

Dado o conjunto A = {0, 1, 2, 3, 4} e o conjunto B = {4, 3, 2, 1, 0}, observando os elementos de cada conjunto percebemos que são idênticos, então podemos
dizer que A = B (A igual a B).

Quando comparamos A e B e eles não são iguais dizemos que são diferentes representados assim A ≠ B.

• Relação de inclusão

Ao comparamos dois conjuntos perceberemos que eles nem sempre serão iguais, mas em alguns casos alguns elementos sim. Por exemplo:
Dado o conjunto A = {-5, -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4, 5} e o conjunto B = {0, 1, 2, 3, 4, 5} eles não são diferentes, mas observando o conjunto B veremos que todos os seus elementos estão dentro do conjunto A.
Essa relação é chamada de inclusão, ou seja, o conjunto B está incluso, contido, no conjunto A. Representada matematicamente por B  A (B está contido em A).

Dado o conjunto C = {0, 1, 2, 3} e D = {4, 5, 6, 7}, nesses dois conjuntos não é possível aplicar a relação de inclusão, então dizemos que C D (C não está contido em D), assim como D C (D não está contido em C).

• Relação de Pertinência

Essa relação é utilizada quando comparamos conjunto com elementos. Quando queremos dizer que um elemento qualquer está dentro de um conjunto ou que ele não está no conjunto, dizemos que ele pertence ou não pertence a esse determinado conjunto, veja o exemplo:

Dado o conjunto A = {-8, -4, -2, 0, 1, 2, 3}, podemos dizer que – 4 A ( – 4 pertence a A) e que 5 A ( 5 não pertence a A)

Por Danielle De Miranda

3º Vídeo aula com do  Rico Domingues Concursos – professor André Domingues – Matemática – Teoria dos Conjuntos: relação de pertinência e inclusão.

Não esqueça de ler meu livro e se gostar divulgue-o para seus amigos no facebook e twitter. É só clicar no banner abaixo:

 

Valores lógicos das proposições

 

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Uma matéria que foi postada no site Q.I. Educação, que apesar de estar resumida explica bem o tema.

2º Exercícios postados no site Matematiquês

Caso queira acrescentar mais assunto favor postar um comentário

Espero que aproveitem bem e bons estudos!

Aproveito para pedir que baixe meu livro A Fortaleza do Centro e fazer um comentário e caso goste divulgar para seus amigos, se possível no facebook ou twitter.

 

1º Uma matéria que foi postada no site Q.I. Educação, que apesar de estar resumida explica bem o tema.

Valores lógicos de uma proposição

Seguindo adiante no estudo da “linguagem proposicional” em matemática, temos que ter em mente que só existem dois valores lógicos para uma proposição: A verdade e a falsidade. Leia mais…

Proposições

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Um texto retirado da internet na qual o autor não se identificou.

2º Texto retirado do site da UFSC que faz uma introdução à lógica.

3º Uma vídeo aula retirada do YouTube desenvolvido por Ensino Veneza

4º Exercícios resolvido por Prof. Sergio Carvalho do Ponto dos concursos

5º Finalizando com um link que direciona você ao site Direito na rede onde organizaram  vários vídeos aulas ministradas pelo Prof. Edir Reis Bessa.

1º Um texto retirado da internet na qual o autor não se identificou

RACIOCÍNIO LÓGICO
AULA Nº 01
CONTEÚDO: LÓGICA DAS PROPOSIÇÕES Leia mais…

Progressões Geométricas

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Artigo retirado do site Infoescola desenvolvido por Lucas Martins

2º Artigo retirado do site Só Matemática ( muito parecido com o anterior )

3º Exercícios resolvidos

4º duas vídeos aulas sobre o assunto

5º Link para outra postagem que havia feito que é interessante dar uma olhada

1º Artigo retirado do site Infoescola desenvolvido por Lucas Martins

As Progressões Geométricas são formadas por uma sequência numérica, onde estes números são definidos (exceto o primeiro) utilizando a constante q, chamada de razão. O próximo número da P.G. é o número atual multiplicado por q. Exemplo:

(1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, …), onde a razão é 2

A razão pode ser qualquer número racional (positivos, negativos, frações). Para descobrir qual a razão de uma PG, basta escolher qualquer número da sequência, e dividir pelo número anterior.

Fórmula do termo geral
A sequinte fórmula pode ser utilizada para encontrar qualquer valor de uma sequência em progressão geométrica: Leia mais…

Sequências Numéricas

Este post foi desenvolvido da seguinte forma:

1º Coloquei uma postagem retirada do site Infoescola na qual a matéria esta resumida

2º Uma vídeo aula produzida pelo CNEC

1º Post retirado do site Infoescola desenvolvido por Gláucio da Silva Freitas
Geralmente quando queremos determinar certos elementos de um conjunto, ordenamos esses elementos seguindo um determinado padrão. Dizemos que esse conjunto corresponde a uma sequencia ou sucessão. Elementos de uma sequencia podem ser de vários tipos. Veremos alguns exemplos propostos  a seguir:
  • A escalacão de um time de futebol escritos em ordem alfabética: (Deola, Marcio, Marcos, Kleber, Valdivia,…,Victor).
  • Anos em que aconteceram os jogos panamericanos no período de 1991 a 2007: (1991, 1995, 1999, 2003, 2007)
  • Sequência dos números primos: (2, 3, 5, 7, 11, 13, …) Leia mais…

ângulos : Geometria

Ensino fundamental : Geometria

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Matéria retirada do site Sercomtel : matemática essencial

2º Exercícios retirados do Só matemática

3º Uma vídeo aula retirada do youtube

1º Matéria retirada do site Sercomtel : matemática essencial

ângulos:

Segmentos de reta e semi-retas

Lembramos que um segmento de reta orientado AB é um segmento de reta que tem início em A e final em B.

Uma semi-reta orientada AB é a parte de uma reta que tem início em A, passa por B e se prolonga indefinidamente.


O conceito de ângulo

Ângulo é a reunião de dois segmentos de reta orientados (ou duas semi-retas orientadas) a partir de um ponto comum.

A interseção entre os dois segmentos (ou semi-retas) é denominada vértice do ângulo e os lados do ângulo são os dois segmentos (ou semi-retas).

Observação: Mostraremos nas notas históricas que não existe uma definição bem estabelecida de ângulo. Leia mais…

Fatores primos

Este post foi desenvolvido da seguinte forma:

1º –  Uma definição retirada do site do Wikipédia

2ª – Decomposição de fatores primos. Retirado do site só matemática.

3º – Vídeo Explicativo retirado Youtube.

1º –  Uma definição retirada do site do Wikipédia

Qualquer número inteiro positivo pode ser escrito univocamente como o produto de vários números primos (chamados fatores primos). Ao processo que recebe como argumento um número e devolve os seus fatores primos chama-se decomposição em fatores primos.

Leia mais…

Sistemas Lineares

Este post foi montagem da seguinte forma:

Tem três artigos explicando bem o assunto. Então sugiro que veja os três antes de estudar e estudo o artigo que melhor se adapte a você.

No final dos artigos tem exercícios com resposta, mas sem resolução.

E no final do post tem uma vídeo aula.

Bons Estudos!

1ª Artigo:

Sistemas Lineares

 

Definição

 

É todo sistema que pode ser definido em que  se têm “m” equações a “n” incógnitas do tipo a seguir:

 

 

Exemplos de fixação de definição Leia mais…

Inequações de 2º grau

 Esta postagem esta desenvolvida da seguinte forma:

Dois artigos, uma apostila e dois video aulas que explicam muito bem o tema. Aconselho ver tudo para ficar bem preparado no assunto.

bons estudos!

1º Artigo:

Inequação de 2º Grau

As inequações são expressões matemáticas que utilizam na sua formatação, os seguintes sinais de desigualdades:

>: maior que
<: menor que
≥: maior ou igual
≤: menor ou igual
≠: diferente

As inequações do 2º grau são resolvidas utilizando o teorema de Bháskara. O resultado deve ser comparado ao sinal da inequação, com o objetivo de formular o conjunto solução. Leia mais…

Tautologia

Tautologia (lógica)

Na lógica proposicional, uma tautologia (do grego ταυτολογία) é uma fórmula proposicional que é verdadeira para todas as possíveis valorações de suas variáveis proposicionais. Por exemplo, a fórmula proposicional (A) \lor (\lnot A) (“A ou não-A“) é uma tautologia, porque é verdadeira para todas as valorações de A. Existem exemplos mais complexos tais como (A \land B) \lor (\lnot A) \lor (\lnot B) (“A e B; ou não-A; ou não-B“). O primeiro a usar o termo lógica proposicional foi o filósofo Ludwig Wittgenstein em 1921.

A negação de uma tautologia é uma contradição ou antilogia, uma fórmula proposicional que é falsa independentemente dos valores de verdade de suas variáveis. Leia mais…

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 229 other followers