Skip to content

O meio ambiente: A ação do homem e suas conseqüências

19/08/2011

Este post foi desenvolvido da seguinte forma:

1º Coloquei um artigo retirado do site colégio Web que aborda bem o tema de forma resumida.

Artigo : Ações do homem na natureza.

2º Coloquei um artigo retirado do site Webartigos feito por Hemely Cecília Gonçalves Lima Enfermeiranda pela Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande – PB que aborda mais profundamente o assunto.

Artigo: Ações do homem sobre sobre o meio ambiente e suas consequências para a saúde.

3º Tem Três vídeos que aborda o tema. O primeiro é uma animação muito legal e os dois últimos foram desenvolvidos pelo IPED

Bons Estudos!

1ª Artigo:

Ações do homem na natureza

Em uma época em que catástrofes naturais são cada vez mais freqüentes e devastadoras, as diversas nações do planeta começam a se importar com as conseqüências da industrialização acelerada notada no último século. A emissão de gases poluentes na atmosfera – apenas uma das várias ações do homem que vêm modificando a natureza –, além de contribuir para o aquecimento global, traz inúmeros problemas de saúde para moradores de grandes cidades, onde se concentra mais da metade da população mundial. No Brasil, as queimadas na Amazônia levaram Pascal Lamy, presidente da Organização Mundial do Comércio, a defender a internacionalização da floresta à época de sua candidatura. Nunca discutiu-se tanto sobre o meio ambiente. 

A natureza vem sendo transformada pelo homem que destrói e contribui na maioria das vezes com a extinção de espécieis animais e vegetais existentes no planeta, também colabora através de práticas inconseqüentes para apoluição do ar, do solo e principalmente da água.
Nossa saúde está integrada ao meio ambiente, por isso se este estiver sendo negligenciado, pense, que com ele está sendo destruída principalmente a vida que inclui, o nosso bem estar e o de todos os seres vivos, conseqüentemente, o futuro deste planeta.

Há milhares de anos o homem vem degradando a natureza, passo a passo, através de agressões como: as queimadas, as derrubadas de florestas, o desenvolvimento industrial que se tornou o principal responsável pela degradação da natureza e do meio ambiente.

As indústrias lançam poluentes como, por exemplo, o enxofre gerando a chuva ácida que causa danos às plantações, as florestas, ao homem através de alimentos envenenados. A chuva ácida produz um gás capaz de subir muito alto na atmosfera impedindo a renovação da camada de ozônio, que retém os raios ultravioletas do sol. A destruição desta camada proporciona a elevação da temperatura ambiente da Terra, derretendo as geleiras e aumentando o nível das marés. Nas indústrias, também, se produz um veneno chamado “DDT”. É um produto químico que tem a capacidade de matar os insetos que atacam as lavouras, mas também mata os insetos não prejudiciais, e como não é biodegradável, isto é, capaz de ser decomposto pela ação de organismos vivos, também, penetra nos alimentos causando doenças aos homens.

Os combustíveis queimados pelas indústrias e pelos transportes automotores produzem um gás chamado “CO2” que é renovado pelas plantas e pelos oceanos. Como o homem destrói florestas inteiras fazendo queimadas para fazer pastagens, utiliza a madeira para construção civil ou ainda, derruba árvores para utilizar a madeira em confecção de móveis e ou para fazer carvão e etc., as plantas não conseguem absorver este gás, por isso é muito comum nos grandes centros urbanos, pessoas sentirem tonturas, enjôos, olhos lacrimejando e ardendo, devido à ação poluente dos gases.

Todo poluente solúvel, isto é, substância solúvel que, se liberada, causa danos ao meio ambiente, lançado no solo e no ar tem o seu destino final nos rios, lagos e mares e águas subterrâneas, esta poluição vem causando problemas gravíssimos em nosso ecossistema que vem a ser o conjunto dos seres vivos e do seu meio ambiente físico, incluindo as relações entre si.

Apesar de o homem ser parte integrante da natureza, ele a destrói. Por quê? Esta é uma pergunta que deverá ser respondida antes que as próximas gerações venham sofrer conseqüências dramáticas causadas pelas ações mal planejadas do homem. Existem muitos exemplos de poluição e degradação da natureza e garanto-lhes que por detrás de todos, o homem está presente.

A preocupação com o meio ambiente deve fazer parte da vida de cada cidadão, e dos governantes. Todos devem tornar as cidades em que vivemos um lugar prazeroso e saudável. O tratamento de esgoto, a fiscalização das indústrias, a criação de parques e praças com muito verde, a fiscalização das áreas de preservação ambiental são algumas das atribuições que os governantes e cidadãos têm por obrigação zelar. Devemos contribuir para diminuir a poluição fazendo a nossa parte: separando o lixo para ser reciclado, não sujando as ruas e lugares públicos, não jogando lixo nas encostas e rios, economizando água e luz, evitando usar garrafas pet, etc.

Para cada problema existe uma solução possível, o ideal é evitar que os problemas aconteçam. É melhor agirmos com precaução em todas as nossas ações. Assim o céu ficará mais azul e as cidades serão lugares agradáveis de morar. Devemos nos conscientizar de que fazemos parte da natureza assim, quando a desrespeitamos estamos nos desrespeitando também.

2º artigo retirado do site Webartigos feito por Hemely Cecília Gonçalves Lima Enfermeiranda pela Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande – PB que aborda mais profundamente o assunto.

Ações do homem sobre sobre o meio ambiente e suas consequências para a saúde

Degradação do Meio Ambiente no Brasil

A degradação ambiental no país começou após o seu descobrimento por Portugal, com a extração do pau-brasil totalmente predatória;essa espécie florestal é considerada por muitos autores a primeira riqueza brasileira que sofreu a ação do homem, o que resultou no seu desaparecimento. Nos dias atuais o estado do Pernambuco, devido aos esforços do professor Roldão de Siqueira Fontes que criou a Fundação Nacional do Pau-brasil, possui a maior concentração desta espécie (EDUCAÇÃO, 2001).

Em torno de 1599, ainda no período colonial, instalou-se a monocultura da cana-de-açúcar junto com o trabalho escravo negro e indígena advindos do Oriente, iniciando a implantação dos engenhos. A pecuária foi introduzida paralelamente a cana-de-açúcar, acentuando a instabilidade dos solos devido o pisoteio do gado. (MONTEIRO, 1991).

Ao longo dos tempos outros ciclos surgiram, tais como o do ouro, o do cacau, o do café e da borracha, que a exemplo do ocorrido com o ciclo da cana-de-açúcar, todos se basearam na exploração predatória em larga escala (BRASIL, 1999).

Nesta época a degradação não apresentava grande impacto à natureza e provavelmente não se configurando como um problema ambiental, nos termos como entendemos hoje. Em suma, o comportamento predatório do homem não é uma coisa recente, o que é novo são a proporção e extensão dos mecanismos de depredação, que vai desde o surgimento das lavouras de monocultura ate as armas nucleares (VIOLA, 1987).

De acordo com Hogan (1992), com a revolução industrial ocorrida a partir do ano 1750 surgiram inúmeras cidades e a maioria delas sem nenhum planejamento, o que culminou em diversos problemas ambientais, presentes nos dias atuais como:

  • Poluição atmosférica provocada por algumas indústrias;
  • Ocupação urbana desordenada em áreas de preservação permanente, margens de rios e encostas, promovendo a deteriorização ambiental dos ecossistemas locais, tornando-os cada vez mais vulneráveis aos desastres naturais e acarretando danos sociais, econômicos, ecológicos, além de humanos.
  • Assoreamento de rios e lagoas;
  • Erosão do solo e desertificação;
  • Grande desperdício de água e energia elétrica, que leva a humanidade a viver sobre a ameaça de escassez dos mesmos;
  • Acúmulo de lixo urbano, atômico, industrial e ate mesmo espacial;
  • Poluição do ar, do solo, da água e dos mananciais;
  • Buraco na camada de ozônio, ampliação do efeito estufa e formação de chuva ácida;
  • Uso de agrotóxicos na agricultura o que acarreta sérios riscos de saúde tanto para os trabalhadores como para a população que consome esses produtos;
  • Perda da biodiversidade e da diversidade genética ocasionando um prejuízo irreparável para o campo da medicina.
  • Proliferação no mundo da fome, desnutrição, violência, armas químicas e biológicas, guerras e criminalidade

A contração de renda e de riqueza no poder de poucos amplia as desigualdades sociais, criando um verdadeiro abismo entre ricos e pobres, ocasionando um crescente aumento de favelas totalmente insalubres, como as que existem em grandes capitais do nosso país (HOGAN, 1992).

O meio ambiente tem adquirido nos últimos anos grande importância por causa dos fatores globais, como o efeito estufa, a poluição atmosférica, o buraco na camada de ozônio e a perda da biodiversidade. Problemas ambientais locais tais como a degradação do ar, da água, do solo, do ambiente de trabalho e doméstico, têm impacto significativo na saúde dos seres humanos (PIGNATTI, 2003).

Desde a Antiguidade é evidente a preocupação com os efeitos na saúde, decorrente das condições ambientais. Assim sendo, essa preocupação sempre esteve presente nas diferentes práticas sanitárias, que foram criadas ao longo do tempo como respostas sociais as necessidades e aos problemas de saúde (FREITAS, 2003).

O aumento dos aglomerados urbanos reflete a busca, pela melhor qualidade das condições de vida da população, sendo a preservação da saúde humana um dos aspectos mais importantes relacionados à qualidade de vida. Assim, numa visão holística a salubridade ambiental urbana permite interliga fatores intervenientes na qualidade de vida e do meio ambiente (BATISTA, 2005).

As cobranças cada vez mais complexas da sociedade moderna vêm aumentado o uso dos recursos naturais, com ações altamente degradantes, resultando consequentemente em danos ambientais que colocam em risco a vida do homem no planeta. A partir do meio ambiente externo as pessoas podem adquirir, em certos momentos de suas vidas algum tipo de doença, sendo que estas têm em comum o fato de serem causadas, por algum agente etiológico presente no meio ambiente, e algumas possuem alta letalidade (PIGNATTI, 2004).

Diante disso Ribeiro (2004) p. 73 afirma que:

Através da história humana, os principais problemas de saúde enfrentados pelos homens têm tido relação com a vida em comunidade, por exemplo, o controle de doenças transmissíveis, o controle e a melhoria do ambiente físico (saneamento), a provisão de água e alimentos em boa qualidade e em quantidade, a provisão de cuidados médicos, e o atendimento dos incapacitados e destituídos. A ênfase relativa colocada em cada um desses problemas tem variado de tempo a outro, mas eles estão todos inter-relacionados, e deles se originou a saúde pública como a conhecemos hoje.

O Preço do Desenvolvimento / Progresso: E o Que Ainda da Tempo Mudar

A ambição do homem tem determinado, estilos de desenvolvimento que estabelece uma relação de exploração do homem pelo o homem e da natureza pelo o homem (MENEZES, 1996). Esse desenvolvimento tem se mostrado altamente predatório e injusto, feito a custa de riscos ambientais locais e até mesmo globais. Vivemos em um mundo capitalista onde o homem foi dominado por um pensamento econômico tendo como eixo norteador o utilitarismo, a produção e a competição. Com isso criamos uma sociedade totalmente desintegrada e desintegradora do meio ambiente (CAPRA, 1982), em que não se preocupou em estabelecer a viabilidade em longo prazo dos ecossistemas (VIEIRA & WEBER, 1996).

O que hoje é chamado de “crise ambiental” foi desencadeado por esse modo de pensar e agir da sociedade, incompatíveis com a sustentabilidade biológica, cultural, social e econômica. Essa crise não é considerada só um problema nacional, atinge também proporções internacionais.

Para modificarmos a presente situação em que nos encontramos em relação ao meio ambiente é preciso mudar o modo de agir, mais isso só conseguiremos se mudarmos nosso pensamento, que nos levará a uma mudança de paradigmas, passará do paradigma econômico para o paradigma ambiental, buscando um presente e um futuro mais promissor; um dos objetivos desse novo paradigma é a sustentabilidade do planeta terra (ROHDE, 1996). Sendo que sua construção se dá a partir de novas relações entre o homem, a natureza e a sociedade.

As soluções que não criam problemas futuros são consideradas viáveis (CAPRA & STEINDL-RAST, 1991), ações como o desenvolvimento de tecnologias ecologicamente corretas; economia que não vise somente os lucros; distribuição de riqueza e renda de forma justa; desenvolvimento sustentável e educação ambiental para a sustentabilidade (VILA VERDE, 1997), são exemplos de alternativas que a humanidade pode colocar em prática para mudar a realidade existente.

Doenças Emergentes e Infecciosas Decorrentes do Meio Ambiente

O termo saúde ao longo dos anos vem sendo conceituado de diferentes formas, seja ela simplesmente a ausência de doenças ou até mesmo o significado da Organização Mundial de Saúde, que a define como um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidade (PIGNATTI, 2004).

O contíguo de doenças infecciosas é muito heterogêneo e a partir do meio ambiente, parasitas e agentes etiológicos vivo entram em contado com as pessoas, no qual inclui processos infecciosos agudos de alta letalidade como a raiva e crônicos como certas helmintoses intestinais. Doenças como a tuberculose, malária e a hepatite B ainda são causas de óbitos em varias partes do planeta. Mudanças no meio ambiente, a crise social, o crescimento econômico e o aparecimento da AIDS estão contribuindo para o reaparecimento de antigas doenças e para o surgimento de novas (SABROZA et al, 1995).

No ano de 1991 a nível mundial nove milhões de casos de tuberculose foram relatados, no Brasil a estimativa é que surjam por ano 129.000 mil casos da doença. Em regiões que supostamente a malária tinha sido eliminada a doença reapareceu e esta migrando para área em que a doença não existia anteriormente. Esse aumento esta atribuído o modo pelo qual a região da floresta amazônica foi ocupada pela construção de grandes usinas hidrelétricas, pela mineração, agropecuária e a abertura de rodovias que facilitou o acesso a região (WALDMAN et al, 1995).

Depois de quase um século a cólera reapareceu na América Latina, foram identificados no Brasil no período de 15 de abril de 1991 á 31 de março de 1996, 154.415 mil casos de cólera destes 141.856 foram notificados na região nordeste. O fato de o nordeste brasileiro, apresentar o número maior de casos reafirma as precárias condições de vida e ausência de infra-estrutura urbana na região (GEROMOLO & PENNA, 1999).

O mosquito transmissor da dengue o aeds aegypti, espalha-se pelo mundo de maneira alarmante, afetando milhões de pessoas, sendo que a forma mais grave da doença é a hemorrágica e a síndrome do choque. As condições de conservação e circulação do vírus estão intensamente associadas com densidade e disseminação dos vetores. As condições para a propagação dos vetores no meio ambiente são determinadas através das formas de organização dos espaços urbanos, o modo de vida das pessoas e sua integração com o meio ambiente (PIGNATTI, 2004).

Referências:

AUGUSTO, L.G. S. et al. Saúde e ambiente: uma reflexão da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva- ABRASCO. Revista Brasileira de Epidemiologia. São Paulo. v. 6, n.2, p.87-94, 2003.

BARRETO, M. L. A. A Epidemiologia, sua histórias e crises: notas para pensar o futuro. In: COSTA, D. C. (org). Epidemiologia – Teoria e Objeto. São Paulo, Hucitec / ABRASCO, 1990.

BRASIL 500 ANOS. São Paulo: Abril, 1999.

BRASIL. Constituição 1988. Constituição da Republica Federativa do Brasil: promulgada em 05 de outubro de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de saúde ambiental para o setor saúde. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde,1999.

BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, Centro Nacional de Epidemiologia. Vigilância Ambiental em Saúde. Disponível em: <http: http://www.funasa.gov.br>; acesso em: 19 de fev. 2009.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de vigilância em saúde. Brasília, 2003.

BRASIL / MMA. I conferência de Educação Ambiental: Documento Final, Brasília, 1997.

BATISTA, Marie Eugénie Malzac. Desenvolvimento de um sistema de apoio á decisão para gestão urbana baseado em indicadores ambientais. 124f. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia. Curso de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. João Pessoa – Paraíba, 2005.

BELLIA, Vitor. Introdução á economia do meio ambiente. 1. ed. Brasília: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 1996. p.226.

BORJA, P. C. Avaliação da qualidade ambiental urbana: uma contribuição metodológica. 1997. 188f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1997.

Cadernos da Oficina Social. Desenvolvimento local. Rio de Janeiro: Oficina Social; 2000.

CÂMARA, V. M.; TAMBELLINI, A. T. Considerações sobre o uso da epidemiologia nos estudos de Saúde Ambiental. Revista Brasileira de Epidemiologia. S. Paulo: v. 6, n. 2, p. 95-104, jun. 2003.

CAPRA, F. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 1982.

CAPRA, F. & STEINDL-RAST, D. Pertencendo ao universo: explorações nas fronteiras da ciência e da espiritualidade. São Paulo: Cultrix, 1991.

Cohen SC. Habitação saudável como um caminho para a promoção da saúde [tese de doutorado]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz; 2004.

EDUCAÇÃO ambiental. Curso básico a distancia: questões ambientais: conceitos, história, problemas e alternativas. Coordenação-Geral: Ana Lucia Tostes de Aquino Leite e Naná Mininni-Medina. Brasília: MMA, 2001. 5v. 2º Ed. Amp.

FOUCAULT, Michael. O nascimento da medicina social. In:_______ Microfísica do poder. Org e trad. Roberto Machado. 7.ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1992. cap.V, p.79 – 98.

GEROMOLO, M & PENNA, M.L.F. Os primeiros cinco anos da sétima pandermia de cólera no Brasil. Informe Epidemiológico do SUS. 8 (3). 49 – 58, 1999.

HELLER, Léo. Saneamento e saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde. Representação do Brasil, 1997. p.97.

HOGAN, D. J. Migração, ambiente e saúde nas cidades brasileiras. In: Dilemas sócio ambientais e desenvolvimento sustentável. HOGAN, D. J. & VIEIRA, P. F. (orgs.). Campinas: Editora da UNICAMP, 1992.

ROHDE, m. Epistemologia ambiental: uma abordagem filosófica-cientifica sobre a efetuação humana alopoiética. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996.

MENEZES, C. L. Desenvolvimento urbano e meio ambiente: a experiência de Curitiba. Campinas: Papirus, 1996.

MONTEIRO, C. A. F. A questão ambiental no Brasil: 1960-1980. São Paulo, Universidade de São Paulo: Instituto de Geografia, 1981.

ONU. Declaração sobre o Ambiente Humano. Estocolmo, Conferencia das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, 1972.

PIGNATTI, M. G. Saúde e Ambiente: As doenças emergentes no Brasil. Rev. Ambiente & Sociedade – vol. VII nº.1 jan. /jun. 2004.

RIBEIRO, Helena. Saúde Pública e meio ambiente: evolução do conhecimento e da prática, alguns aspectos éticos. Saude soc. 2004, v. 13, n. 1, p. 70-80. ISSN 0104-1290. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010412902004000100008&gt;. Acesso em: 16 de Mar. 2009.

SABROZA, P.C.; KAWA, H.; CAMPOS, W.S.P. Doenças transmissíveis: ainda um desafio. In: MINAYO, M.C. Os muitos Brasis: saúde e população na década de 80. Rio de Janeiro / São Paulo, Hucitec / ABRASCO, 1995.

SANTOS, M. A natureza do espaço. São Paulo: EDUSP, 2002.

TAMBELLINI, Anamaria Testa and CAMARA, Volney de Magalhães. A temática saúde e ambiente no processo de desenvolvimento do campo da saúde coletiva: aspectos históricos, conceituais e metodológicos. Ciênc. saúde coletiva. 1998, v. 3, n. 2, p. 47-59.

WALDMAN, E.A.; SILVA,L.J.; MONTEIRO, C.A. Trajetória das doenças infecciosas: da eliminação da poliomielite a reintrodução do cólera. In: Velhos e Novos males da Saúde no Brasil. A evolução do país e suas doenças. (org) MONTEIRO, C.A. São Paulo, Hucitec / NUPEN / USP, p. 195 – 244, 1995.

VIEIRA, P. F. & WEBER, J. Introdução geral: sociedades, naturteras e desenvolvimento viável. In: Gestão de recursos Naturais Renováveis e Desenvolvimento: Novos Desafios para a Pesquisa Ambiental. VIEIRA, P. F & WEBER, J. (Orgs.). São Paulo: Cortez, 1996.

VILLA VERDE, M. N. A analise dos problemas ambientais. In: A analise interdisciplinar da problemática ambiental. LARA, R. & NOVO, M. (orgs.). 1997.

VIOLA, E. O movimento ecológico no Brasil: do ambientalismo á ecopolítica. In: Ecologia e política no Brasil. PADUA, J.A. (org). Rio de Janeiro: Espaço e Tempo, 1987.

3º Tem Três vídeos que aborda o tema. O primeiro é uma animação muito legal e os dois últimos foram desenvolvidos pelo IPED

About these ads

From → Atualidades

2 Comentários
  1. gabriella permalink

    vcs fazem coisa com coisa ….nós perguntamos uma coisa e vcs respondemcom 50….aiai

    • Oi Gabriella você poderia ser mais específica em sua dúvida. Se é na formatação das postagens que você está questionando?
      abraços
      Eder

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 2.749 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: